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ONU premia app brasileiro que identifica acessibilidade em estabelecimentos

Acessibilidade: um dos problemas urbanos mais críticos e recorrentes de grandes cidades como São Paulo. Com dificuldade de locomoção ou não, qualquer um percebe a falta de estrutura para que todos consigam se movimentar pelas ruas e estabelecimentos públicos ou privados.

Esse acesso, muita gente não sabe, não se limita às rampas. Há modificações que precisam ser feitas nas portas, nos banheiros, nos balcões, entre outros. Ah! Não podemos nos esquecer que isso tudo junta-se à precariedade dos transportes…

E para as pessoas que dependem disso, descobrir quais locais estão aptos para recebê-las pode ser uma ajuda e tanto. Afinal, quem aguenta ser mal acolhido e sair de lá com a sensação de que foi humilhado?

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Em meio a tanto problema, Bruno Mahfuz percebeu a urgência de mostrar como os locais estão (ou não) se preparando e criou o aplicativo Guia de Rodas.

O paulistano de 33 anos perdeu os movimentos em um acidente de carro 16 anos atrás. Depois de tanto tempo em cima de uma cadeira de rodas, já tem experiência acerca da falta de informação e exclusão de pessoas com deficiência.

O intuito do app é justamente mostrar aos usuários quais estabelecimentos são ou não são acessíveis, não só para entrar e sair, mas como também para se locomover, na altura das mesas, e tantos outros detalhes que só quem de fato necessita é capaz de perceber.

Um aspecto fundamental do programa é ser colaborativo. São os usuários que avaliam a acessibilidade de um local. Desta forma, todos poderão saber as verdadeiras condições dos lugares.

Vale saber que vira e mexe vemos estabelecimentos dizendo oferecer acessibilidade e estarem dentro da lei, mas que na prática não cumprem tais determinações. O aplicativo surge como uma oportunidade para avaliá-los e modificar essa realidade.

O usuário tem à disposição carinhas tristes, felizes, algumas perguntas para identificar o local, e assim, pode avaliar o grau de acessibilidade dele. Ao todo são quatro pins para mostrar esse nível.

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App premiado pela ONU

O aplicativo é, de certa forma, simples. Cada pessoa pode fazer sua parte, dar sua opinião e ajudar umas às outras por meio do sistema nada mirabolante. O impacto na vida de cadeirantes ou quem tem dificuldades de locomoção é gigantesco.

E foi isso que a Organização das Nações Unidos enxergou ao premiar o Guia de Rodas no World Summit Awards – WSA Mobile, na categoria “Inclusão e Empoderamento”. É um incentivo e tanto, não é mesmo?

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O prêmio parece ainda mais justo quando Bruno lembra que acessibilidade não é só para deficientes, mas para todos. “Ela beneficia todo mundo em diversas fases da vida, seja um idoso, alguém com uma contusão, uma grávida. Nosso mote é ‘uma ideia quando é boa, é boa para todos’”, ele diz.

Funcionando há menos de dois anos, o app não se limita às cidades brasileiras. Ele já oferece avaliações em 700 municípios de 30 países, e o melhor: não tem custo algum para baixá-lo e utilizá-lo. (Hypeness)

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ONU premia app brasileiro que identifica acessibilidade em estabelecimentos

Acessibilidade: um dos problemas urbanos mais críticos e recorrentes de grandes cidades como São Paulo. Com dificuldade de locomoção ou não, qualquer um percebe a falta de estrutura para que todos consigam se movimentar pelas ruas e estabelecimentos públicos ou privados.

Esse acesso, muita gente não sabe, não se limita às rampas. Há modificações que precisam ser feitas nas portas, nos banheiros, nos balcões, entre outros. Ah! Não podemos nos esquecer que isso tudo junta-se à precariedade dos transportes…

E para as pessoas que dependem disso, descobrir quais locais estão aptos para recebê-las pode ser uma ajuda e tanto. Afinal, quem aguenta ser mal acolhido e sair de lá com a sensação de que foi humilhado?

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Em meio a tanto problema, Bruno Mahfuz percebeu a urgência de mostrar como os locais estão (ou não) se preparando e criou o aplicativo Guia de Rodas.

O paulistano de 33 anos perdeu os movimentos em um acidente de carro 16 anos atrás. Depois de tanto tempo em cima de uma cadeira de rodas, já tem experiência acerca da falta de informação e exclusão de pessoas com deficiência.

O intuito do app é justamente mostrar aos usuários quais estabelecimentos são ou não são acessíveis, não só para entrar e sair, mas como também para se locomover, na altura das mesas, e tantos outros detalhes que só quem de fato necessita é capaz de perceber.

Um aspecto fundamental do programa é ser colaborativo. São os usuários que avaliam a acessibilidade de um local. Desta forma, todos poderão saber as verdadeiras condições dos lugares.

Vale saber que vira e mexe vemos estabelecimentos dizendo oferecer acessibilidade e estarem dentro da lei, mas que na prática não cumprem tais determinações. O aplicativo surge como uma oportunidade para avaliá-los e modificar essa realidade.

O usuário tem à disposição carinhas tristes, felizes, algumas perguntas para identificar o local, e assim, pode avaliar o grau de acessibilidade dele. Ao todo são quatro pins para mostrar esse nível.

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App premiado pela ONU

O aplicativo é, de certa forma, simples. Cada pessoa pode fazer sua parte, dar sua opinião e ajudar umas às outras por meio do sistema nada mirabolante. O impacto na vida de cadeirantes ou quem tem dificuldades de locomoção é gigantesco.

E foi isso que a Organização das Nações Unidos enxergou ao premiar o Guia de Rodas no World Summit Awards – WSA Mobile, na categoria “Inclusão e Empoderamento”. É um incentivo e tanto, não é mesmo?

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O prêmio parece ainda mais justo quando Bruno lembra que acessibilidade não é só para deficientes, mas para todos. “Ela beneficia todo mundo em diversas fases da vida, seja um idoso, alguém com uma contusão, uma grávida. Nosso mote é ‘uma ideia quando é boa, é boa para todos’”, ele diz.

Funcionando há menos de dois anos, o app não se limita às cidades brasileiras. Ele já oferece avaliações em 700 municípios de 30 países, e o melhor: não tem custo algum para baixá-lo e utilizá-lo. (Hypeness)

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Por que o bambu é considerado o ‘aço verde’ da construção civil

A construção civil é um dos setores mais importantes da economia mundial, mas também é considerada como a principal vilã da natureza. Isso porque ela consome boa parte dos recursos não renováveis do planeta. Felizmente, em contrapartida, diversas instituições ao redor do mundo estão atentas a essa questão, incentivando pesquisas voltadas ao desenvolvimento ecológico e à sustentabilidade. Preocupados com o futuro, profissionais têm testado novas possibilidades de estruturas, explorando melhor as potencialidades de materiais não tão usuais, como o bambu.

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O emprego do bambu na construção civil

Esse vegetal, da família da Gramínea, é conhecido pelo homem desde os tempos mais remotos. Erguer estruturas em bambu é uma arte bastante dominada pelos povos orientais. Embora haja uma considerável concentração nativa também nas Américas, com extensas reservas da planta inclusive no Brasil, o material é visto com preconceito pelos projetistas, que o encaram como sendo de baixa qualidade. Por isso, nos dias de hoje, o bambu é pouco utilizado em obras de arquitetura. Na verdade, o que falta mesmo são normas que o regularize adequadamente para o mercado da construção civil.

Exemplos de obras contendo esse vegetal podem ser encontrados no mundo todo. Em Bali, na Ásia, uma fábrica com mais de dois mil e quinhentos metros quadrados é considerada a maior estrutura já erguida em bambu. Na Europa, o aeroporto de Madri possui um extenso revestimento de fachada nesse material. Na Colômbia, país do continente americano, há registros de obras antigas, do período pré-colonização, e contemporâneas como a Catedral Alterna Nuestra Señora de La Pobreza, de Simón Vélez. Aliás, esse arquiteto é o maior responsável, atualmente, por promover o uso do bambu como elemento essencial na construção.

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O bambu para a arquitetura vernacular

É inegável a beleza e a versatilidade do bambu, assim como a riqueza arquitetônica, de aparência ancestral, das obras que o utilizam como elemento construtivo principal. Devido às suas boas qualidades, como baixos custos e coeficientes, o material tem ganhado mais espaço em projetos sustentáveis, com usos constantemente reinventados pelos arquitetos. Essa é uma excelente contribuição para o futuro da construção civil, que ainda busca encontrar melhores soluções para se conciliar natureza e tecnologias, sem esquecer-se da estética.

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São características das estruturas em bambu:

– Leveza – seu peso é bem menor se comparado ao de outros materiais;

– Resistência – aos esforços de tração, flexão e compressão;

– Durabilidade – quando bem tratada, uma edificação em bambu pode durar por até três décadas;

– Economia – o emprego desse material pode representar uma diminuição de até um terço do valor total de um projeto, principalmente quanto à questão do seu transporte até o local da obra;

– Eco friendly – a extração do bambu é menos danosa ao meio ambiente; além disso, o material ajuda a prevenir erosões e regular as águas subterrâneas, é biodegradável, renovável e não poluente.

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Estruturas a partir de esqueletos de bambu

A cada dia os elementos são mais bem introduzidos nas obras arquitetônicas. Há diferentes formas de empregar e também várias técnicas para construir com bambu. Ele pode ser unido a outros materiais – terra, cimento e vidro – para formar, reforçar ou revestir estruturas, como lajes. Ou então, ser a única matéria-prima utilizada na edificação, substituindo pilastras e vigas tradicionais, por exemplo. Peças bem trançadas, parafusadas, encaixadas ou amarradas têm condições de apresentar resistência similar ao aço. Por isso, o bambu é chamado por muitos como o ‘aço verde’ da construção civil.

As espécies de bambu mais indicadas para o uso estrutural na construção civil são: Taquaruço, Dendrocalamus e Phyllostachys pubescens.

Patologias recorrentes nas estruturas em bambus

Apesar de todas as qualidades características, o bambu também apresenta pontos fracos. E o desconhecimento disso, por parte do projetista, pode resultar no colapso da estrutura. Primeiro, deve-se ter cautela na escolha do sistema construtivo, pois ele precisa ser compatível com o material e com o projeto. Esforços excessivos, atuantes de forma inadequada, podem provocar o cisalhamento das peças solicitadas. Por isso, é recomendável que a edificação não passe de dois pavimentos, a não ser que o bambu seja combinado com aço e concreto.

Por último, é preciso avaliar as condições de variações de temperaturas, chuvas e raios solares incidentes, que possam degradar mais rapidamente a estrutura. Mudanças de dimensões e surgimento de rachaduras podem ser evitadas realizando, de forma correta, a colheita e a secagem do material. Varas secas terão mais resistência e serão menos suscetíveis ao ataque de pragas, como carunchos. O processo mais comum para tratamento do bambu é a imersão em água. Mas a combinação defumação, calor e substâncias – como seiva de banana, cera de abelha e de carnaúba – tende a funcionar mais rápido. (Blog da Arquitetura)

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