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Dicas

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Pesquisadoras criaram uma alternativa para substituir o ar condicionado sem agredir o planeta

De acordo com o jornal The Economist, cerca de 6% de toda a eletricidade produzida em território americano é destinada, exclusivamente, ao funcionamento de sistemas de refrigeração para edificações residenciais e comerciais. Sem dúvidas, o ar condicionado é o aparelho mais requisitado em dias quentes. Não tem quem não sonhe em ter pelo menos um para se refrescar. Mas, climatizar ambientes com ar condicionado não só é uma alternativa dispendiosa como também antiecológica.

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O efeito estufa sobre o planeta Terra

Os aparelhos de ar condicionado são um dos maiores vilões da economia doméstica. Só que pouquíssimas pessoas sabem que ele também é um dos responsáveis pelo aquecimento global, o chamado “efeito estufa”. Isso porque, durante o seu funcionamento, o aparelho emite gases altamente poluentes para a atmosfera, como o dióxido de carbono.

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Novas pesquisas científicas

Pesando em encontrar alternativas mais eco-friendly de resfriar os ambientes sem esquentar o planeta, colegas da Universidade de Stanford lançaram, em 2014, uma proposta totalmente inovadora. Sua ideia era utilizar um material à base de dióxido de háfnio, silício e dióxido de silício como suplemento para o funcionamento de usinas termoelétricas. O problema é que essa ideia era muito cara e difícil de fabricar.

Recentemente, a revista Science divulgou, em uma de suas reportagens, o trabalho de dois outros pesquisadores, agora da Universidade do Colorado.  Ronggui Yang e Xiabo Yin apresentaram outra forma de aposentar o velho aparelho de ar condicionado. Um híbrido de vidro-polímero possuiria propriedades extraordinárias, não encontradas na natureza, e poderia ser produzido com métodos tradicionalmente empregados pela indústria.

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Tecnologia econômica e sustentável

A película inventada por Ronggui Yang e Xiabo Yin tem uma espessura de cinquenta milionésimos de metro, semelhante a uma folha de alumínio. É feita a partir de um tipo de plástico transparente, conhecido no mercado como polimetilpenteno. Ela tem um revestimento de prata em um dos lados e pequenas pedras de vidro em seu interior. São justamente essas contas, ou o diâmetro delas, que permitiria a transformação de todo o calor absorvido em radiação infravermelha. No comprimento certo, a atmosfera da Terra emitiria suas ondas para o espaço, sem qualquer impedimento.

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A promessa dos cientistas é que essa película funcione vinte e quatro horas por dia. Não deve haver o uso de qualquer gás para refrigeração e eletricidade. O produto seria apenas aplicado sobre coberturas de edificações ou superfícies de painéis solares. Ele filtraria os raios solares, através do sistema de resfriamento “radiativo passivo”. Mas já se sabe que, para o seu bom funcionamento, haveria a necessidade, sim, de um complemento que carregasse o ar quente dos ambientes até o filme. E isso, infelizmente, precisaria de energia elétrica.

Aplicabilidade do material

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O híbrido de vidro-polímero seria colocado sobre os telhados das construções com o lado prateado para baixo. Apenas vinte metros quadrados desse filme já seriam suficientes para manter uma casa unifamiliar arrefecida. A luz solar, após ser absorvida e filtrada pela película, voltaria à atmosfera terrestre.

Toda onda que escapasse seguiria diretamente para o espaço, carregando consigo todo o mormaço indesejável. O calor interno dos ambientes também seria liberado através da película, mantendo a edificação em uma temperatura bastante agradável para seus os ocupantes. (Blog da Arquitetura)

Conheça a arquitetura de templos ecumênicos onde prevalece o respeito a todas as religiões

Muitos arquitetos acreditam que podem mudar o mundo e espalhar mensagens positivas pelos quatros cantos através de suas propostas. A palavra ‘ecumênico’ significa ‘o mundo todo’. Então, qual o programa de necessidades que melhor se adequaria a essa ideia, que não os próprios templos ecumênicos?

Projetar um edifício é sempre uma tarefa difícil. E quando seu cliente for… Deus? Uma igreja ou capela ecumênica é um espaço dedicado a todos. É um ponto de encontro, de diálogo e união entre fiéis e ateus. No passado, diferentes religiões já puderam usar o mesmo edifício – embora não no mesmo período de tempo. Hoje, diante de tantos conflitos humanos, os templos ecumênicos são um bom exemplo de incentivo a paz e harmonia entre as diversidades.

Veja, logo abaixo, três belos exemplos de arquitetura ecumênica!

Templo Bahá’í

Projetado pelo canadense Siamak Hariri, o templo Bahá’í está localizado na região de Penalolen, próximo à Santiago, no Chile. De arquitetura simples e atraente, a proposta difere de qualquer outro espaço religioso já visto nas Américas. Sua criação foi fundamentada nos preceitos de uma fé monoteísta, tendo em vista abrigar pessoas de todas as religiões, raças e gêneros, como iguais. Um local de fé, inclusão, oração, introspecção e meditação, capaz de acomodar até seiscentas pessoas.

O templo chileno Bahá’í possui um formato eneágono orgânico, em espiral ovalada. Suas nove entradas, em intervalos regulares, simbolizam diferentes direções do globo e chamam os visitantes à contemplação, livre circulação e aproveitamento do espaço. A sensação de elevação espiritual se dá através da luz natural, que trespassa os véus da cúpula de vidro fundido e mármore translúcido, remetendo aos flocos de neve vistos nos Andes.

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O monumento conta com uma superestrutura em aço, com cerca de oitocentos e cinquenta elementos individuais em cada segmento e uma subestrutura em concreto na base. Elas são suportadas por placas de isolamento sísmico – necessárias em zonas como a que o templo foi fixado. Ao redor da construção, o projeto paisagístico de Juan Grimm, repleto de espelhos d’água e pastos nativos resistentes à seca que fazem parte do programa de resgaste ambiental local conduz os visitantes por caminhos curvilíneos coloridos.

 House of One

O primeiro templo multireligioso, ou seja, capaz de reunir, sob o mesmo teto e ao mesmo tempo, fiéis de diferentes religiões, será localizado na Praça Petriplaz, no centro histórico de Berlim, na Alemanha. Visando atrair principalmente os jovens, que frequentam cada vez menos as igrejas, o escritório de arquitetura Kuehn Malvezzi projetou esse verdadeiro centro de oração e aprendizagem.

Com conclusão prevista ainda para este ano, 2017, o House of One será erguido sobre ruínas de três igrejas anteriores, sendo uma delas datada do período neogótico, por volta de 1850. O novo edifício, em tijolos, terá três dependências separadas, adaptadas para a realização de cultos de diferentes religiões. Cada sala formará uma das fachadas do edifício, de características únicas e resultantes de aberturas inspiradas nas crenças de cada doutrina. A nave central, abobadada e quadrada, terá uma torre alta, iluminada por uma grande cúpula, que receberá luz zenital.

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Templo da Paz

Projeto de MCA Manoel Coelho Arquitetura & Design, essa pequena capela ecumênica, conhecida como Templo da Paz, está localizada dentro do Centro Universitário Positivo, em Curitiba, Paraná. Concluída em 2002, sua estrutura em aço, de formato poliédrico, como um cristal, destaca-se em meio à natureza e aos edifícios do campus. É um espaço reservado para que alunos e funcionários possam encontrar um momento de paz e meditação, desvinculado de qualquer doutrina, mas voltado aos céus.

O Templo da Paz parece flutuar sobre fundações em balsas, dando suporte aos tubulões, que apoiam a estrutura. O visitante acessa a construção através de uma passarela metálica, de malha de aço, por onde se se pode ver a água do lago, logo abaixo. Mesmo o piso amadeirado, em seu espaço interior, está apoiado diretamente a essa estrutura metálica.

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Do lado de fora da capela, o pavimento da praça seca estampa uma rosa-dos-ventos. A beleza estética do conjunto é reforçada pela bela fachada da arquitetura, fechada por vidros e brises em alumínio, em planos assimétricos. O detalhe encantador da pomba da paz, em um vitral azul, reforça a mensagem de união, respeito e igualdade, pregada dentro da comunidade acadêmica. (Blog da Arquitetura)

Ranking posiciona arquitetura e design do Brasil entre os melhores do mundo

Você sabia que o Brasil está entre os dez países mais premiados dos segmentos da arquitetura e do design? Atualizada em 2016, a lista do World Design Rankings colocou o país à frente de potências como a Alemanha (10ª posição) e a Coreia do Sul (12ª colocação), além de torná-lo o único país latino-americano no Top 10.

Segundo o ranking, o Brasil soma 102 prêmios, sendo, na ordem de relevância, 7 de platina, 22 de ouro, 30 de prata, 22 de bronze e 21 de ferro. O top 5 com os profissionais brasileiros mais premiados conta com nomes como o estúdio Mula Preta Design (14 prêmios), a arquiteta Fernanda Marques (11), o designer gráfico Marcelo Lopes (9), o arquiteto Marcelo Kogan, do Studio MK27 (6) e a Brazil & Murgel Contemporary Jewelry (5).

Na liderança geral do ranking, os Estados Unidos são mencionados como a nação com o maior número de prêmios de design e arquitetura. Em seguida aparecem Turquia, China, Hong Kong, Taiwan, Itália, Grã Bretanha e Japão.

Saiba mais sobre alguns deles abaixo:

Reis do Design

Nos últimos anos, o Mula Preta Design ganhou destaque na mídia brasileira e internacional, com peças contemporâneas de design arrojado, como o pebolim Pulse, a mesa Ping X Pong e as poltronas Basquete e Duna.

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Pebolim Pulse (Foto: Mula Preta Design)

Mesa Ping X Pong (Foto: Mula Preta Design)

Mesa Ping X Pong (Foto: Mula Preta Design)

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Poltrona Basquete (Foto: Mula Preta Design)

Poltrona Duna (Foto: Mula Preta Design)

Poltrona Duna (Foto: Mula Preta Design)

Fora do eixo Rio-São Paulo, o estúdio está localizado em Natal, no Rio Grande do Norte, e é comandado pelo designer André Gurgel e pelo arquiteto Felipe Bezerra.

Arquitetura com arte

Dona de um estilo inconfundível, que incorpora o contemporâneo, o clean e o minimalista, Fernanda Marques comanda há mais de 25 anos o escritório de arquitetura que leva o seu nome. No design de interiores, ela faz questão de destacar seu gosto por artes e pelo design, com peças que conferem personalidade aos ambientes.

Casa de Praia em Parati (Foto: Demian Golovaty)

Casa de Praia em Parati (Foto: Demian Golovaty)

 

Duplex Malibu, em São Paulo (Foto: Romulo Fialdini)

Duplex Malibu, em São Paulo (Foto: Romulo Fialdini)

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(Blog da Arquitetura)

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