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Pode melhorar: saiba quais são as melhores cidades do Brasil para ciclistas

O Brasil ainda engatinha na questão da mobilidade urbana em relação a outros países, mas muitas cidades têm mostrado preocupação em encontrar soluções que beneficiem a população e o meio ambiente.

melhores-cidades-do-brasil-para-ciclistas-blog-da-arquiteturaPouco a pouco o incentivo para que as pessoas andem mais de bicicleta e deixem o carro na garagem por alguns dias durante a semana tem ganhado destaque. São projetos que envolvem a implantação de ciclofaixas junto às áreas para carros ou vias exclusivas para as magrelas trafegarem.

No papel tudo parece incrível, mas na prática há muitos cuidados que precisam ser tomados para que o resultado não seja um desastre, até mesmo no sentido literal. Em São Paulo, por exemplo, as faixas para bikes ajudaram boa parte da população, mas o risco que se corre ao disputar o trânsito com veículos é grande.

Não é segredo que a educação no trânsito no Brasil é bem defasada e que as leis que deveriam corrigir infratores são falhas, prejudicando o desenvolvimento de uma mobilidade segura. Mas, como tudo na vida, é preciso arriscar novas ideias e enfrentar problemas para atingir objetivos satisfatórios.

Por isso, vale a pena aplaudir algumas cidades brasileiras que têm buscado investir em projetos para ciclistas urbanos. O ranking das Administrações Municipais Cicloamigas, desenvolvido pelo coletivo União de Ciclistas do Brasil, mostra quais os 10 municípios brasileiros mais indicados para trafegar de bicicleta.

Para a pesquisa, foram utilizados cinco critérios: infraestrutura, recursos humanos, planejamento, promoção e informação. Veja abaixo a relação:

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Bom, esse é só o começo. Como falamos, o Brasil ainda é um “bebê” no assunto. Tanto é que em Aracaju, cidade classificada como a melhor para andar de bike, levou a nota 5,1 em uma escala de 0 a 10, e para ser excelente a categoria deveria ser A.

Entretanto, tudo indica que esses dados vão melhorar nos próximos anos. Vamos torcer! (Blog da Arquitetura)

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Que tal ter uma horta com sistema inteligente?

horta_01_blog-da-arquiteturaHoje em dia, cultivar uma horta em casa, mesmo morando em um espaço pequeno e sem luminosidade ideal, é uma espécie de privilégio moderno. Isso porque a tecnologia tem permitido aproveitar ao máximo esse hobby e, de quebra, ter hortaliças fresquinhas e orgânicas sempre à disposição.

Exemplo disso é a GrowBed, uma horta inteligente cujo principal diferencial é o sistema de sub irrigação. Criado pela startup luso-brasileira Noocity Ecologia Urbana, o sistema segue uma lógica altamente eficaz, que possibilita cultivar alimentos em solo, sendo indicado inclusive para a agricultura urbana.

O sistema é simples: um pequeno reservatório de água (mede apenas 6 cm), instalado no fundo da cama de cultivo, alterna-se com compartimentos repletos de argila expandida, permitindo que a água passe para a zona de cultivo. No segundo nível, caixas de ar medindo 1 cm de altura se estendem pela cama de cultivo. Elas fornecem ventilação constante para as raízes das plantas. Com isso, a GrowBed ajuda a reduzir o estresse hídrico e aumenta a produtividade.horta_03_blog-da-arquitetura

Vantagens

A principal vantagem do sistema é que é possível controlar a quantidade de água aplicada na horta. O reservatório permite um cultivo de qualidade mesmo que as hortaliças não sejam regadas por um período de três semanas.

Por isso, o GrowBed é indicado para quem viaja e não pode aguar as plantas no período em que estiver fora – nem sempre há um vizinho disposto a prestar esse tipo de favor, não é mesmo? Entretanto, a empresa destaca que o ideal é cuidar da horta em intervalos de três a cinco dias, para mantê-la saudável e verdejante.

Outro quesito é a disponibilidade de produtos em tamanhos variados, atendendo desde quem quer ter uma hortinha na varanda até pessoas que pretendem cultivar uma horta em espaços maiores. (Blog da Arquitetura)

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Brasileiro usa sacos de cimento para construir móveis e objetos de decoração

Se tem algo que gera muitos resíduos em qualquer obra são os famosos sacos de cimento. Mesmo feito de papelão resistente, o reaproveitamento desse material é praticamente nulo, já que o gasto com reciclagem (na retirada do cimento do papel) é muito alto. Esse problema, porém, foi solucionado por um artista plástico brasileiro.alexandre-toscano

Em um projeto conhecido como Ecomármore, Alexandre Toscano usa sacos de cimento para construir móveis e objetos de decoração. Depois de muito estudo para aprimorar a técnica, o profissional criou uma espécie de pasta, que impressiona pela resistência e rigidez, ótima para ser aplicada na movelaria.

O interesse pelo assunto surgiu quando Toscano percebeu a problemática do descarte dos sacos nas construções. Como sempre se encantou por conceitos de sustentabilidade, ele começou a pensar em técnicas para usar esse material, até, então, considerado inútil e difícil de reaproveitar.

“Fiz várias tentativas, triturando, misturando materiais. No início as placas de ecomármore eram pesadas, hoje elas são mais leves e não precisam de uma bandeja de sustentação’‘, conta o especialista. “O ‘Ecomármore’ é uma possibilidade real de destinação dos sacos de cimento vazios”, completa.

O Ecomármore ganhou força e atualmente há fabricação em larga escala de mesas, biombos, aparadores, bancos e outros objetos de decoração. Ainda assim, Toscano continua investindo em estudos para melhoria dessa matéria prima em parceria com outros profissionais. Agora, ele deseja fabricar outros adereços e utilitários, como penduradores e bandejas.cimento-em-moveis-1-560x420

O projeto está fazendo tanto sucesso que os móveis fabricados pelo artista já foram até expostos em mostras de design e decoração. Para quem quiser conhecer mais esse trabalho, a oficina de Toscano está localizada na cidade de Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro. Há também uma parceria do especialista com o Espaço Cultural, em São Paulo. Informe-se e saiba tudo no site oficial. (Blog da Arquitetura)

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