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Brasileiro usa sacos de cimento para construir móveis e objetos de decoração

Se tem algo que gera muitos resíduos em qualquer obra são os famosos sacos de cimento. Mesmo feito de papelão resistente, o reaproveitamento desse material é praticamente nulo, já que o gasto com reciclagem (na retirada do cimento do papel) é muito alto. Esse problema, porém, foi solucionado por um artista plástico brasileiro.alexandre-toscano

Em um projeto conhecido como Ecomármore, Alexandre Toscano usa sacos de cimento para construir móveis e objetos de decoração. Depois de muito estudo para aprimorar a técnica, o profissional criou uma espécie de pasta, que impressiona pela resistência e rigidez, ótima para ser aplicada na movelaria.

O interesse pelo assunto surgiu quando Toscano percebeu a problemática do descarte dos sacos nas construções. Como sempre se encantou por conceitos de sustentabilidade, ele começou a pensar em técnicas para usar esse material, até, então, considerado inútil e difícil de reaproveitar.

“Fiz várias tentativas, triturando, misturando materiais. No início as placas de ecomármore eram pesadas, hoje elas são mais leves e não precisam de uma bandeja de sustentação’‘, conta o especialista. “O ‘Ecomármore’ é uma possibilidade real de destinação dos sacos de cimento vazios”, completa.

O Ecomármore ganhou força e atualmente há fabricação em larga escala de mesas, biombos, aparadores, bancos e outros objetos de decoração. Ainda assim, Toscano continua investindo em estudos para melhoria dessa matéria prima em parceria com outros profissionais. Agora, ele deseja fabricar outros adereços e utilitários, como penduradores e bandejas.cimento-em-moveis-1-560x420

O projeto está fazendo tanto sucesso que os móveis fabricados pelo artista já foram até expostos em mostras de design e decoração. Para quem quiser conhecer mais esse trabalho, a oficina de Toscano está localizada na cidade de Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro. Há também uma parceria do especialista com o Espaço Cultural, em São Paulo. Informe-se e saiba tudo no site oficial. (Blog da Arquitetura)

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Casas em concreto aparente: as 10 mais bonitas do mundo

Entre os vencedores estão projetos de renomados arquitetos brasileiros, como Oscar Niemeyer, Vilanova Artigas, Ruy Ohtake e Paulo Mendes da Rocha

casa_chinaQuais casas construídas em concreto aparente são as mais bonitas do mundo? Sites especializados em arquitetura decidiram elegê-las, mostrando as virtudes do material. Foram eleitos, principalmente, os projetos que se destacaram pela inovação na fachada, valorizando concepções modernistas e brutalistas. Entre os que foram elencados estão consagrados arquitetos brasileiros, como Oscar Niemeyer, Vilanova Artigas, Ruy Ohtake e Paulo Mendes da Rocha. Mas há também construções na China e na Austrália, mostrando que a versatilidade das estruturas de concreto está globalizada.

A eleição levou em consideração também a qualidade do concreto aparente. Obtido da mistura de cimento, agregados, água e, em praticamente todos os casos, aditivos químicos, o material requer cuidados especiais para cumprir a função de acabamento. A execução por mão de obra qualificada é fundamental para assegurar a aparência final desejada. A palavra que define uma obra bem construída em concreto aparente é uniformidade, além dos cuidados muito rigorosos com as fôrmas. Via de regra, não existe “conserto” para deslocamento ou abertura de fôrmas em concreto aparente. Para se atingir o equilíbrio, é importante observar a granulometria dos agregados e a procedência do cimento, para não criar distorções de tonalidade.

Todas as obras escolhidas cumpriram esses requisitos, inclusive a casa eleita na China, em que o telhado é em concreto aparente. No projeto do escritório AZL casa_sao-pauloArchitects, do arquiteto chinês Zhang Lei, vidros e uma grande fenda que atravessa a estrutura, garantem luminosidade ao interior da casa. O projeto chinês se assemelha com o da “casa Cubo”, construída na cidade de São Paulo e assinada pelo escritório MK27, do arquiteto brasileiro Marcio Kogan. Tanto na concepção chinesa quanto na brasileira, as casas se sustentam em pilares ocultos, valorizando a fachada.

Com um projeto menos brutalista, a Argentina também aparece na lista, com a casa assinada pelo escritório portenho Vanguarda Architects. Minimalista, a edificação localizada em Buenos Aires concentra-se em três materiais: concreto armado, vidro e madeira. O conceito é semelhante ao seguido pelo arquiteto australiano Matt Gibson, que concebeu sua casa de concreto em Melbourne. O que caracteriza esse projeto é que não se consegue identificar qual é a fachada da frente e qual é a fachada dos fundos – ambas em concreto aparente. O objetivo do arquiteto é passar a impressão que existem duas casas em um só terreno.

Retrofit

Living room overall viewA Casa de 1969, assinada pelo arquiteto brasileiro Paulo Mendes da Rocha, foi restaurada em 2012 pelo próprio arquiteto. Por isso, entrou na lista das mais bonitas do mundo. Construída na cidade de São Paulo há mais de 40 anos, o que chamou a atenção foi a integridade da estrutura em concreto aparente. A restauração se concentrou na troca das janelas, no revestimento do piso e nas portas internas e externas. Outro retrofit que mereceu a indicação dos especialistas foi o da casa conhecida como Unidade Habitacional (Unité d´Habitation) de Marselha, na França, assinada por Charles-Edouard Jeanneret-Gris, mais conhecido como Le Corbusier. A residência, construída em 1949, é considerada a pioneira da arquitetura brutalista.

Referências mundiais no uso do concreto aparente, Oscar Niemeyer, Vilanova Artigas e Ruy Ohtake não poderiam faltar na eleição. Entre suas obras, estão a casa conhecida como “Tenda Modernista”, na região serrana do Rio, desenhada em 1954 por Niemeyer, e a residência Olga Baeta, projetada por Vilanova Artigas em 1956, e que passou por restauração em 1998. De Ohtake, o projeto escolhido foi o da “Casa de Valinhos”, cujas curvas em concreto aparente se destacam entre as eleitas. Esses três arquitetos brasileiros inspiraram o espanhol Joaquin Torres a projetar a “Casa Verde, em Pozuelo de Alarcón, e que fecha a lista das dez mais bonitas do mundo em concreto aparente. (Massa Cinzenta)

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Professor inglês constrói casa sustentável com menos de 600 reais

Uma construção com menos de 600 reais? Mesmo sendo uma casa sustentável? Impossível, não é? Bom, pelo menos não para um professor inglês, que não gastou quase nada em seu lar doce lar. Para saber como isso foi possível, acompanhe o artigo e inspire-se com essa grande ideia!

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O projeto é do professor aposentado Michael Buck, que ergueu sua casa usando praticamente materiais reciclados, como ripas de madeira, pedaços de ferro, vidros retirados da janela de um caminhão velho e até o assoalho de um barco abandonado no quintal de seu vizinho. Tudo foi feito pensando no reaproveitamento, para não gastar praticamente nada, e felizmente, o plano saiu como esperado.

Michael revela que gastou apenas 150 libras (o equivalente a 575 reais) na construção, localizada em uma área verde na cidade de Oxfordshire, na Inglaterra. Como uma espécie de toca, ele usou seu tempo livre e muita criatividade em cada detalhe do imóvel. Antes disso, passou cerca de dois anos só juntando materiais que achava usual no projeto.

A técnica usada pelo professor é considerada milenar e conhecida como COB, que utiliza apenas três materiais de construção: terra, areia e palha. Esse é um conceito tradicional em que a estrutura mantém a resistência ao fogo e abalos sísmicos, mesmo que pareça simples. A ideia do professor é mostrar que é possível construir gastando pouco e ainda com respeito ao meio ambiente.

E por dentro, como é essa casa sustentável? Para cozinhar, Michael usa um fogão à lenha, que também serve como aquecedor para se esquentar no frio. Além disso, um sistema convencional de encanamento usa água de um pequeno rio local. Por dentro, tudo é bem organizado e parece muito aconchegante, para viver sem problemas e alheio à tecnologia.

Fotos da casa sustentável de Michael Buck

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(Blog da Arquitetura)

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