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Professor inglês constrói casa sustentável com menos de 600 reais

Uma construção com menos de 600 reais? Mesmo sendo uma casa sustentável? Impossível, não é? Bom, pelo menos não para um professor inglês, que não gastou quase nada em seu lar doce lar. Para saber como isso foi possível, acompanhe o artigo e inspire-se com essa grande ideia!

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O projeto é do professor aposentado Michael Buck, que ergueu sua casa usando praticamente materiais reciclados, como ripas de madeira, pedaços de ferro, vidros retirados da janela de um caminhão velho e até o assoalho de um barco abandonado no quintal de seu vizinho. Tudo foi feito pensando no reaproveitamento, para não gastar praticamente nada, e felizmente, o plano saiu como esperado.

Michael revela que gastou apenas 150 libras (o equivalente a 575 reais) na construção, localizada em uma área verde na cidade de Oxfordshire, na Inglaterra. Como uma espécie de toca, ele usou seu tempo livre e muita criatividade em cada detalhe do imóvel. Antes disso, passou cerca de dois anos só juntando materiais que achava usual no projeto.

A técnica usada pelo professor é considerada milenar e conhecida como COB, que utiliza apenas três materiais de construção: terra, areia e palha. Esse é um conceito tradicional em que a estrutura mantém a resistência ao fogo e abalos sísmicos, mesmo que pareça simples. A ideia do professor é mostrar que é possível construir gastando pouco e ainda com respeito ao meio ambiente.

E por dentro, como é essa casa sustentável? Para cozinhar, Michael usa um fogão à lenha, que também serve como aquecedor para se esquentar no frio. Além disso, um sistema convencional de encanamento usa água de um pequeno rio local. Por dentro, tudo é bem organizado e parece muito aconchegante, para viver sem problemas e alheio à tecnologia.

Fotos da casa sustentável de Michael Buck

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(Blog da Arquitetura)

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Projetos com contêineres ganham popularidade no Brasil

Cada vez mais populares no Brasil, imóveis feitos a partir de contêineres possuem vantagens como rapidez na obra, resistência, acessibilidade,  segurança e sustentabilidade. O material também possibilita a criação de projetos com design contemporâneo e diferentes usos.

De canteiros de obra e lojas a escritórios, cozinhas industriais, vestiários, alojamentos e residências, os contêineres atraem aqueles que buscam praticidade e economia, inclusive de tempo, já que as obras duram 90 dias ou até menos. Existe até projeto de edifício feito com o material, para resolver problemas de falta de moradia em grandes centros urbanos.

A redução de entulhos e outros materiais que costumam ser gerados por construções tradicionais é visível, resultando em obras mais limpas, além da mobilidade, já que um projeto feito a partir de contêineres pode ser desmontado e transportado para outro local.

Para mostrar que arquitetura a partir de contêineres não é só coisa de gringo, o Blog da Arquitetura fez uma seleção de projetos brasileiros que se utilizam dessa estrutura.

 Tetris Hostel

Com arquitetura premiada e inspirado no famoso game, o Tetris Hostel, em Foz do Iguaçu (PR), é o maior do mundo feito com contêineres marítimos: são 498 metros quadrados e 15 contêineres, que juntos ocupam uma área de mais de mil metros quadrados. Quem assina é o escritório Belmetal.

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Loja Decameron

Em 2012, a loja de decoração Decameron, em São Paulo, precisava de uma área de baixo custo e que pudesse ser construída rapidamente, preservando as árvores locais. Para isso, o Studio MK27 utilizou contêineres descartados e criou um espaço cool.

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Projeto Container

Também na capital paulista, este projeto de 46 metros quadrados é exemplo de como integrar o contêiner ao entorno. O belo design de interior impressiona pela leveza: dificilmente você pensa que se trata de uma caixa de aço. Quem assina é o escritório H2O Arquitetura.

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Projeto Residencial

Compacta e charmosa, esta casa de 70 metros quadrados, em Florianópolis (SC), tem estrutura mista de contêiner e alvenaria. Com duas suítes, uma sala, uma cozinha e duas varandas (uma de cada lado da cozinha, que fica no piso superior), o projeto ainda soube aproveitar a bela vista para a ilha do Campeche.

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Superiscópio

O Superiscópio, em Lagoa Santa (MG), é um contêiner-periscópio. Composto de dois espelhos, permite que as pessoas possam visualizar a lagoa que dá nome à cidade. A ideia é de Pedro Barata e Arquitetos Associados.

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Gostou e quer saber mais sobre esse método construtivo que proporciona inúmeras possibilidades arquitetônicas? Confira este post do Blog da Arquitetura com dicas especiais sobre arquitetura com contêineres.

Fontes: ArchDaily Brasil, Casa.com.br, Nômades Digitais, Minha Casa Container. (Blog da Arquitetura

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Varejo de material de construção cresceu 5% em setembro

Setor teve mês superior ao mesmo período de 2015. Resultado, porém, foi inferior à agosto, fazendo com que a Anamaco reveja expectativa para 2016

O varejo de material de construção teve crescimento de 5% no mês de setembro, na comparação com o mesmo período do ano passado. Na relação setembro sobre agosto de 2016, no entanto, o setor apresentou queda de 5%, segundo pesquisa mensal da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção). Realizado pelo Instituto de Pesquisas da Anamaco, com o apoio da Abrafati, Instituto Crisotila Brasil, Anfacer e Siamfesp, o estudo ouviu 530 lojistas de todas as regiões do país entre os dias 27 a 30 de setembro. A margem de erro é de 4,3%.

De acordo com a pesquisa, no acumulado do ano, o setor apresenta queda de 8%, mesma retração apresentada nos últimos 12 meses. “Os números demonstram que, nos últimos cinco meses (maio a setembro), tivemos um desempenho levemente superior ao mesmo período de 2015. Apesar disso, setembro sobre agosto não confirmou a expectativa de crescimento. Até o dia 20 de setembro, as vendas vinham se mantendo bem atraentes, mas provavelmente o efeito ‘eleições’ pode ter contribuído para uma queda nos últimos 10 dias do mês, o que não é normal”, declara Cláudio Conz, presidente da Anamaco, explicando que o consumidor tende a frear investimentos em épocas de decisões importantes.

Conz também lembra que o setor ainda sofre os efeitos da alta dos juros e da falta de crédito ao consumidor. “Até o mês passado, a inflação de materiais de construção estava acumulada em 2,7% no ano. Estamos trabalhando esses assuntos junto ao Governo Federal, pedindo mais ações de incentivo ao nosso setor e condições para que possamos criar novas vagas de emprego. Essas medidas, no entanto, mesmo que tomadas em caráter emergencial, não têm impacto imediato e só devem ter reflexos no varejo nos próximos 60 dias”, explica.

Segundo o estudo da Anamaco, a queda apresentada em setembro ocorreu principalmente nas regiões Sul, Centro-Oeste (-15%), e Nordeste (-10%). Já o Norte não apresentou queda ou aumento de volume de vendas no mês, mas o Sudeste registrou uma pequena recuperação em relação ao mês anterior (+3%).

Dentre as categorias pesquisadas, tintas foi a que teve maior retração (-4%), seguida por revestimentos cerâmicos, metais sanitários e telhas de fibrocimento (com -2% cada). Fechaduras e ferragens, louças e aço, por sua vez, tiveram desempenho estável. “É importante ressaltar, no entanto, que a maior parte das categorias apresentou patamares de vendas superiores aos resultados apresentados no mesmo período de 2015. Por isso, a expectativa de 71% dos lojistas entrevistados para outubro é de crescimento em quase todas as categorias avaliadas”, diz Conz.

Em outubro, também aumentou, de 54% para 59%, o otimismo do setor sobre as ações do Governo nos próximos 12 meses, com reflexos na pretensão de novos investimentos no período, que subiu de 37% para 43%. Já a intenção de contratar novos funcionários cresceu nas regiões Sudeste, Norte e Nordeste, mas retraiu no Sul.

Anamaco revê expectativa de crescimento em 2016

Por conta do desempenho em setembro, a Anamaco precisou rever a expectativa do setor em 2016. “Ainda em função da baixa performance que tivemos nos meses de janeiro a abril, e também por setembro ter ficado abaixo do esperado, tivemos que alterar nossas projeções para 2016 e prevemos que fecharemos o ano com queda ou desempenho similar ao apresentado em 2015, quando tivemos um faturamento de R$ 115 bilhões”, afirma o presidente da Anamaco.(SEGs)

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