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Em 20 anos e com pouco dinheiro, brasileiro construiu seu próprio castelo

Seu sonho é construir e viver em um castelo, como nas histórias de fantasia? Aqui no Brasil, essa estrutura clássica e com ares medievais não é tão comum, mas quem estiver de passagem pela cidade de Joinville, em Santa Catarina, pode conhecer um castelo real e lindo, feito por um morador local.

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Como foi feito esse castelo?

A construção chama atenção de qualquer um que passe na rua Petrópolis, no bairro Itaum, cidade de Joinville, norte de Santa Catarina. Trata-se de um castelo erguido passo a passo pelo massoterapeuta Leonardo Coradelli, de 66 anos.

A edificação do castelo é toda branca com janelas e vitrais verdes. São mais de 700 metros de área construída, quatro andares, 48 torres, 31 arcos, 21 cômodos e uma piscina com chafariz dentro. “Quando eu era pequeno ficava pensando em como era a vida de um rei. Gostava de imaginar castelos. Então, resolvi começar sem saber se daria certo”, revelou ao UOL.

O mais impressionante, além dos detalhes arquitetônicos, é que tudo foi feito em 20 anos e com pouco dinheiro, já que o homem garante que ganha ”mil e pouco” por mês. Fruto de muito trabalho, seu sonho virou realidade e tornou-se ponto turístico na cidade. “Minha vida toda foi dedicada a esse projeto. Dia e noite, sábados e domingos e, às vezes, os vizinhos faziam mutirões para me ajudar”, disse.

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Para quem pensa que Leonardo ousou na sofisticação do castelo, está muito enganado. São materiais simples.  “Saibro, areia, cimento, tijolo e tinta branca”, diz ele, que afirma ter gasto cerca de 300 mil reais na construção que ele mesmo desenhou. “Eu ia imaginado e mostrando as ideias para um amigo que é engenheiro, para ele avaliar se não tinha risco de queda”.

Mesmo com um monumento para chamar de seu, o rapaz vive atualmente em outra casa, em um bairro humilde da cidade. Viúvo, ele é visitado pelos filhos, pela namorada e por familiares, que o chamam de rei, título que não gosta de ostentar. Simples, Leonardo afirma que não deseja ganhar dinheiro com seu castelo. Além de recusar alugar para produtoras de festas, ele não cobra taxa para as pessoas entrarem e conhecerem o local.

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“Fiz o castelo para ouvir meu coração, não pensei em ganhar dinheiro”, concluiu. (Blog da Arquitetura)

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Impressora 3D constrói 10 casas de concreto reciclado em apenas um dia

Mais uma vez ela: a impressora 3D. Desta vez a tecnologia aparece com a personagem principal dos serviços oferecidos pelas empresas Shangai, uma construtora, e a WinSun, especializada em tecnologia de construções, ambas chinesas.

Essa parceria visa construir casas mais rapidamente e a um custo menor do que as construções convencionais, e com a vantagem de serem sustentáveis, pois utilizam concreto reciclado.

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Em apenas um dia é possível construir 10 casas compactas com impressão tridimensional, com material de resíduos em sua composição. Cada uma tem um valor aproximado de US$ 5.000 (cerca de 11 mil reais).

É mais uma amostra de que as impressoras 3D são importantes aliadas aos projetos sustentáveis, facilitando a viabilização de produtos que antes demandavam um custo alto e meses para sua conclusão. Além disso, há a possibilidade de utilizar diversos tipos de matéria-prima de maneira segura e com menor impacto ambiental.

impressoras-3d-blog-da-arquitetura-560x374Em vez de plástico, a máquina produz “fatias” de placas em concreto reciclado, que é o resultado de uma junção de resíduos industriais, de construção e outros rejeitos. As partes são feitas camada por camada.

As impressoras 3D utilizadas medem 32 metros de cumprimento, 6,6 de altura e 10 de largura. Segundo Ma Yihe, chefe executivo da WinSun, é possível “imprimir edifícios em qualquer design digital”, o que é rápido e barato, economizando também com trabalhadores.

O principal intuito das empresas é utilizar esses recursos e a alta tecnologia da impressora 3D para construir moradias para comunidades de baixa renda da China e do mundo.

Conheça o primeiro condomínio sustentável do mundo

Projeto Heildelberg Village será finalizado em 2017, na Alemanha, e conta com energia solar e jardins verticais. Saiba mais.

O primeiro condomínio sustentável do mundo está em construção na Alemanha. O projeto conta 162 apartamentos, que serão abastecidos com usina solar própria, além de ter em sua estrutura jardins verticais que ajudarão no controle térmico e melhoria da qualidade do ar.

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O complexo recebeu o nome de Heildelberg Village e foi projetado pelo escritório Frey Achitekten com o principal objetivo de colocar em prática diferentes conceitos de eficiência energética, além das teorias da arquitetura bioclimática.

Cada apartamento acomoda até cinco pessoas e dispõem de varandas individuais e micro-usina solar. Fora dos apês os moradores também poderão aproveitar diversos atrativos naturais.

As placas fotovoltaicas instaladas nos telhados serão acompanhadas de árvores e plantas. Os moradores poderão frequentá-los, pois haverá áreas comuns pensadas para o lazer. A vegetação também cobrirá as paredes dos edifícios. Em outras palavras, será impossível não ter um ar de ótima qualidade nesse local.

Com isso, a construção toda se manterá conectada à energia solar e a um sistema de ventilação sustentável, assegurando que ela inteira receba eletricidade eficiente.

A conclusão do condomínio está estimada para 2017. Antes disso, os criadores do projeto querem levantar uma cozinha comunitária para envolver os futuros moradores aos trabalhadores. Eles querem estabelecer o senso de comunidade antes mesmo do lançamento do estabelecimento. Clique aqui para mais detalhes do projeto. (Blog da Arquitetura)

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