Anápolis: (62) 3316-1599 | Ap. de Goiânia: (62) 3283-6838 | Goiânia: (62) 3945-6838

Dicas

Dicas

Vendas no varejo de material de construção sobem 1% em maio

As vendas no varejo de material de construção cresceram 1% no mês de maio, na comparação com abril deste ano. O desempenho ficou 1% acima do registrado em maio de 2015. No acumulado do ano, o setor apresenta queda de 11%, já nos últimos 12 meses, a queda acumulada é de 14%.

Os dados são do estudo mensal realizado pelo Instituto de Pesquisas da Anamaco. O levantamento ouviu 530 lojistas, das cinco regiões do país, entre os dias 25 e 31 de maio. A margem de erro é de 4,3%.

Por conta do desempenho do setor nos primeiros cinco meses do ano, a Anamaco está revendo a expectativa de crescimento em 2016 de 6% para 3%, sobre 2015.

construcao“Estamos passando por um momento de retomada de obras e de manutenção predial, mas de forma bastante irregular. O consumidor ainda não está 100% confiante para voltar a investir em reformas e novas obras, mas há a necessidade de readequar imóveis usados, ou porque estão à espera de novos inquilinos ou porque ficaram vazios. O número de divórcios e de casamentos também afeta o nosso setor diretamente e, nos últimos quatro anos eles têm crescido e batido recordes, mas ainda estamos enfrentando uma resistência do consumidor, que está preocupado com o atual cenário econômico e, portanto, está freando novos investimentos, principalmente em função dos estonteantes juros praticados pelo cheque especial dos bancos e pelos cartões de crédito, que estão acima da média de 12% ao mês, chegando a absurdos 700% ao ano em faturas atrasadas. As reformas estão acontecendo, mas não na escala necessária ”, explica Cláudio Conz, presidente da Anamaco.

Segundo o estudo, a região Norte apresentou a maior variação positiva no mês, de 11%, seguida pelo Nordeste (4%), Sudeste (3%) e Sul (2%). Já o Centro-Oeste apresentou variação negativa de 3%.

Entre as categorias pesquisadas no mês, louças e metais sanitários foram as com melhores desempenho, crescendo 7% e 4% respectivamente. Revestimentos cerâmicos tiveram alta de 2% no período, já tintas, telhas de fibrocimento e fechaduras e ferragens não apresentaram variação.

Cresce otimismo com o Governo

De acordo com o levantamento, 52% dos entrevistados esperam que o mês de junho seja melhor do que maio, o que já reflete o aumento do grau de confiança no Governo, que subiu de 34% para 52% no período. “O encaminhamento da solução política está afetando diretamente o setor. Apesar do Governo Federal ter anunciado cortes no programa Minha Casa Minha Vida, especialmente àqueles com faixa de renda familiar até R$1.800, a entrada de capitais estrangeiros nos primeiros cinco meses do ano foi muito superior ao mesmo período do ano passado. A expectativa é que novas medidas de liberação crédito comecem a irrigar as vendas no comércio nos próximos meses”, declara Conz.

A pesquisa também indicou uma queda de 3% na intenção de contratação de novos profissionais, com relação ao mês passado, mas o índice varia de região para região e é mais positivo no Norte de Nordeste, que apresentaram os melhores desempenhos de venda no mês. (Agência IN)

Dicas

De cara nova

Muitos fogem, mas chega uma hora em que não é mais possível adiar uma reforma. Em tempos de crise, saiba como mudar sua casa sem gastar horrores e sem dor de cabeça

Decidida a reforma, o primeiro passo é colocar cada gasto na ponta do lápis e permitir que a criatividade fale mais alto. Não saia quebrando tudo sem planejamento. Sabendo o que quer, garimpe móveis, fique de olho em lojas de topa-tupo, brechós e antiquários, não dispense uma liquidação e aposte em acabamentos mais em conta. E aprenda a tirar o melhor partido de cantos que pareciam perdidos, mas que podem se transformar em lugares preciosos e de destaque.

Transformar a decoração da casa não precisa ser o equivalente A dor de cabeça. É possível, sim, repaginar o lar gastando pouco dinheiro. É normal que a nossa casa ou escritório tenha alguma coisa que precise de reparo ou a gente queira mudar. E mesmo com o orçamento curto, é possível. Pensando nisso, a arquiteta e a designer de interiores Marcela Pousada, do escritório MP² Home Design, de São Paulo, revela o principal segredo de uma reforma eficiente: “O essencial é se programar. Ter em mente o que pretende ao certo fazer, quais intervenções serão necessárias, quanto pretende gastar. É importante lembrar que, por mais barato que possa ser, sempre aparece alguma surpresa na obra. Por isso, o ideal é se programar para gastar um pouco a mais do que o necessário, já que imprevistos ocorrem”.

Marcela Pousada afirma que é importante definir a melhor hora. “É bem complicado fazer uma reforma de grande porte com o cliente morando no local. Se a família tem condições de se ausentar por um tempo, seja uma viagem, ou outro lugar para ficar, por mais que pese um pouco no orçamento o tempo e a qualidade da obra serão totalmente diferentes do que com o cliente morando lá. Caso não seja possível, tenha em mente que uma reforma requer muita paciência. É ideal não ter crianças ou animais por perto, pois podem atrapalhar o andamento ou até mesmo se machucar. Proteger os móveis, piso e demais itens que serão mantidos após a reforma é importante.”

A arquiteta lembra que é preciso ter consciência de que qualquer obra tem riscos. “O que mais tenho precaução é com o uso de material de segurança. Se for o caso de demolir uma parede ou fazer um novo forro de gesso, todos devem usar equipamentos de segurança. Lembre-se sempre de contratar equipes de confiança, desde o empreiteiro, marmorista e marceneiro. A mão de obra não especializada é o que mais causa problemas tanto para os clientes quanto para os arquitetos. Tem muita gente boa no mercado! Porém, há pessoas não especializadas que prejudicam a imagem e danificam a qualidade final da obra. Fiquem sempre atentos. Pontualidade e comprometimento, atendimento e educação são fundamentais para qualquer fornecedor.”

ESCOLHAS Na reforma, Marcela enfatiza que é fundamental fazer escolhas certas. “Hoje, o mercado oferece inúmeras opções de revestimentos, novas marcas sempre aparecem com melhor preço. Sempre indico marcas tradicionais e de confiança no mercado. O que parece mais barato num primeiro momento pode não ser a melhor opção a longo prazo, podendo gerar manutenção e não ter a garantia que esperamos. Gosto bastante dos pisos vinílicos, porque são versáteis e deixam a obra mais limpa. Dependendo do caso, podem ser instalados por cima de um piso cerâmico antigo, dando nova cara para o ambiente. Há versões modernas que imitam madeira, porcelanato, e até cimento queimado, que é a moda da vez!” (Estado de Minas)

Dicas

Vai reformar e não sabe quanto vai gastar? Veja dicas

Arquitetas orientam como calcular os custos para não ter surpresas desagradáveis

Você vai fazer alguma reforma em casa e quer calcular quanto vai gastar? Segundo a arquiteta Laurimar Coelho, antes de uma obra só é possível ter uma estimativa.

“A cada etapa é preciso fazer um orçamento, até porque alguns têm validade”, explica. “Você chama um pintor e o orçamento vale até 30 dias, por exemplo. Para uma mesma reforma cotei com dois empreiteiros. Um cobrou R$ 75 mil e o outro R$ 15 mil!”, exemplifica.

A arquiteta lembra que, entre lojas de material de construção, a variação é grande também. “Nas lojas tipo home center os preços costumam ser mais em conta, mas a variedade é menor. Já nas butiques, o consumidor encontra boas peças, como pisos e azulejos, mas os preços são mais altos, às vezes o dobro”, alerta Laurimar.

Segundo ela, há ainda orçamentos vinculados à disponibilidade de mão de obra, estoque de produtos na loja, oscilação do dólar, entre outros fatores.

A arquiteta Adriana Victorelli considera os projetos de arquitetura primordiais para o início do planejamento das reformas e construções.

“Ali deverão estar especificados todos os itens, desde o valor do pedreiro, gesseiro, eletricista, passando pelo piso, modelo e quantidade de luminárias, as cores das paredes até o modelo do sofá e o tecido da cortina”, detalha.

Na opinião de Adriana, só com tudo definido pode-se fazer um levantamento de custo fiel e depois pesar ou substituir algumas peças que, por ventura, ficarem fora do gasto pretendido.

“A Neo Arq já entrega, junto ao projeto, a planilha com orçamento de todos os itens, facilitando a tomada de decisões, o planejamento das compras e, eventualmente, a substituição de itens que, quando vistos individualmente, podem ter um valor atraente, mas no contexto geral, acabam sendo substituídos por similares de melhor custo- benefício.”

Quanto aos valores de mão de obra, Adriana explica que variam muito de região para região, assim como pela qualidade do serviço prestado.

“Hoje, em São Paulo, a estimativa para decorar de ponta a ponta um apartamento entregue cru varia de R$ 1.000 a R$ 3.000 o metro quadrado. Os valores são muito variados, pois dependem da qualidade dos produtos e serviços, assim como dos modelos escolhidos, cuja variação é imensa no mercado”, explica a arquiteta.

Pagamento – Segundo Laurimar, o pagamento de profissionais varia muito e deve ser definido caso a caso. “Mas não recomendo pagar à vista. Deve-se combinar o acerto de acordo com o andamento da obra e, de preferência, por empreitada e não por dia de trabalho”, aconselha.

Adriana acrescenta que alguns escritórios de arquitetura trabalham com administração de obra planejada. “Uma das vantagens é justamente mediar esse relacionamento prestador/fornecedor e cliente”, pontua.

Segundo ela, mesmo quando negociado valor à vista, os pagamentos devem ter parte do saldo quitado na entrega do serviço para evitar surpresas desagradáveis.

Ela ressalta que os melhores descontos são conseguidos no mercado com valores à vista. Além disso, os escritórios possuem valores exclusivos na compra de produtos junto aos fornecedores graças a cadastros de fidelidade e frequência de negociação entre escritórios e fornecedores. (Zap Imóveis)

Solicite seu orçamento!