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5 dicas para diminuir os custos na construção da sua casa

Construir a própria casa é o sonho de muitos – afinal de contas, ver o projeto que a família escolheu e ajudou a compor sair do papel é mais do que satisfatório. Ainda assim, mesmo com toda a empolgação, existem alguns pontos que devem ser avaliados com cuidado bem antes de se iniciar a obra. Para fazer uma boa economia e diminuir os custos com a construção de maneira significativa, o planejamento é uma das partes mais importantes, já que ele será o momento de definir todos os gastos e traçar alternativas para continuar poupando mesmo após a mudança.

Se você tem dúvidas sobre como reduzir as despesas na construção de sua casa, fique atento às dicas que separamos!

Planeje bem o projeto: a economia já começa antes da obra

O primeiro ponto é a escolha do engenheiro e do arquiteto responsáveis. A função do arquiteto é a de projetar o esquema arquitetônico, hidráulico e elétrico. Posteriormente, entra em cena o engenheiro, que fará os cálculos necessários e se certificará de que tudo seja feito conforme as especificações do projeto.

Antes de começar a obra, também é preciso atentar para o tipo de terreno e fazer as adequações necessárias no projeto. Caso seja um terreno irregular, o estudo serve para indicar se é possível construir assim ou se é preciso realizar uma terraplanagem. A solidez do solo também é um ponto que deve ser avaliado, a fim de que os alicerces da casa fiquem em terra firme. Estas são medidas que já representarão uma boa economia, pois ter que fazer alterações no plano depois da obra ter sido iniciada significa maiores gastos.

Neste momento, é preciso salientar ao arquiteto e ao engenheiro que seu objetivo é não gastar além do limite. Ressalte o valor que tem disponível para financiar a empreitada e fique atento às especificações pedidas. Pedir um cronograma com todas as etapas da construção é um ponto interessante que também te poupará gastos no futuro. Você saberá em quanto tempo precisará pagar os pedreiros e pintores, por exemplo. Peça também indicações de lojas de material de construção e de profissionais que não cobrem muito caro.

Poupe comprando tudo de uma vez

 

Com o projeto da casa em mãos, você já poderá elaborar a lista de materiais que precisa comprar. Ferragens, cimento, tijolos, tubulação, torneiras, dentre tantos outros itens: não deixe para escolher depois, separe um tempo e faça todas as compras de uma só vez. Isto vai garantir que você consiga melhores condições nas lojas de material de construção e home centers, já que esta será uma grande compra. Lembre-se de que é sempre melhor pagar à vista e que muitas destas lojas oferecem descontos para quem opta por esta modalidade.

Faça escolhas conscientes de telhado, portas e janelas

O telhado, as portas e as janelas costumam ser os itens mais caros da lista de materiais. Por isso, você deve pesquisar bastante sobre quais são as melhores opções para o espaço. Considere planejar cômodos que podem se conectar através de um vão de porta para não ter que adquirir tanto material. Para poupar ao comprar as janelas, prefira os modelos feitos em alumínio e que não precisem de estrutura adicional para serem instalados.

O telhado também é uma das partes que mais exige despesas. Isto porque deve ser feito com telhas resistentes e a mão de obra especializada geralmente é cara. Ao optar por telhas de baixa qualidade e por conseguinte, mais baratas, você acaba adiando as dores de cabeça. Uma vez que o período de chuvas chegar, elas poderão sair do lugar e quebrar, fazendo com que  o trabalho precise ser refeito.

Projeto hidráulico inteligente

Ao dispor os banheiros, área de serviço e cozinha em uma área específica, será possível economizar na hora de comprar as tubulações. Com esta medida, serão usados comprimentos menores de tubos, o que garantirá uma alta economia. Caso não seja possível posicionar todos estes cômodos em uma mesma área da casa, escolha alinhar ao menos os banheiros – suas despesas já serão reduzidas de maneira significativa.

Atenção para economizar com os acabamentos

É possível encontrar inúmeras alternativas de acabamentos que ficam em conta no mercado. Os mais simples cumprem bem a função e atendem às normas técnicas perfeitamente. O uso de tinta é reduzido quando não se usa a massa acrílica e se aplica somente um selador e depois os dois principais tipos de tinta, a acrílica e a PVA.

Para os pisos, também existem opções que não pesam no bolso, como o cimento queimado. Se você prefere um piso que não retenha tanto calor, considere usar a cerâmica em toda a casa. Este material é indicado principalmente para regiões de altas temperaturas, já que a instalação de um piso frio ajuda a casa a não reter calor. Se quiser optar pela madeira, prefira os pisos laminados, que podem ser limpos facilmente, não precisam de aplicações de sinteco e podem ser facilmente removidos no caso de uma mudança. (Blog Casa Show)

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5 dicas para diminuir os custos na construção da sua casa

Construir a própria casa é o sonho de muitos – afinal de contas, ver o projeto que a família escolheu e ajudou a compor sair do papel é mais do que satisfatório. Ainda assim, mesmo com toda a empolgação, existem alguns pontos que devem ser avaliados com cuidado bem antes de se iniciar a obra. Para fazer uma boa economia e diminuir os custos com a construção de maneira significativa, o planejamento é uma das partes mais importantes, já que ele será o momento de definir todos os gastos e traçar alternativas para continuar poupando mesmo após a mudança.

Se você tem dúvidas sobre como reduzir as despesas na construção de sua casa, fique atento às dicas que separamos!

Planeje bem o projeto: a economia já começa antes da obra

O primeiro ponto é a escolha do engenheiro e do arquiteto responsáveis. A função do arquiteto é a de projetar o esquema arquitetônico, hidráulico e elétrico. Posteriormente, entra em cena o engenheiro, que fará os cálculos necessários e se certificará de que tudo seja feito conforme as especificações do projeto.

Antes de começar a obra, também é preciso atentar para o tipo de terreno e fazer as adequações necessárias no projeto. Caso seja um terreno irregular, o estudo serve para indicar se é possível construir assim ou se é preciso realizar uma terraplanagem. A solidez do solo também é um ponto que deve ser avaliado, a fim de que os alicerces da casa fiquem em terra firme. Estas são medidas que já representarão uma boa economia, pois ter que fazer alterações no plano depois da obra ter sido iniciada significa maiores gastos.

Neste momento, é preciso salientar ao arquiteto e ao engenheiro que seu objetivo é não gastar além do limite. Ressalte o valor que tem disponível para financiar a empreitada e fique atento às especificações pedidas. Pedir um cronograma com todas as etapas da construção é um ponto interessante que também te poupará gastos no futuro. Você saberá em quanto tempo precisará pagar os pedreiros e pintores, por exemplo. Peça também indicações de lojas de material de construção e de profissionais que não cobrem muito caro.

Poupe comprando tudo de uma vez

 

Com o projeto da casa em mãos, você já poderá elaborar a lista de materiais que precisa comprar. Ferragens, cimento, tijolos, tubulação, torneiras, dentre tantos outros itens: não deixe para escolher depois, separe um tempo e faça todas as compras de uma só vez. Isto vai garantir que você consiga melhores condições nas lojas de material de construção e home centers, já que esta será uma grande compra. Lembre-se de que é sempre melhor pagar à vista e que muitas destas lojas oferecem descontos para quem opta por esta modalidade.

Faça escolhas conscientes de telhado, portas e janelas

O telhado, as portas e as janelas costumam ser os itens mais caros da lista de materiais. Por isso, você deve pesquisar bastante sobre quais são as melhores opções para o espaço. Considere planejar cômodos que podem se conectar através de um vão de porta para não ter que adquirir tanto material. Para poupar ao comprar as janelas, prefira os modelos feitos em alumínio e que não precisem de estrutura adicional para serem instalados.

O telhado também é uma das partes que mais exige despesas. Isto porque deve ser feito com telhas resistentes e a mão de obra especializada geralmente é cara. Ao optar por telhas de baixa qualidade e por conseguinte, mais baratas, você acaba adiando as dores de cabeça. Uma vez que o período de chuvas chegar, elas poderão sair do lugar e quebrar, fazendo com que  o trabalho precise ser refeito.

Projeto hidráulico inteligente

Ao dispor os banheiros, área de serviço e cozinha em uma área específica, será possível economizar na hora de comprar as tubulações. Com esta medida, serão usados comprimentos menores de tubos, o que garantirá uma alta economia. Caso não seja possível posicionar todos estes cômodos em uma mesma área da casa, escolha alinhar ao menos os banheiros – suas despesas já serão reduzidas de maneira significativa.

Atenção para economizar com os acabamentos

É possível encontrar inúmeras alternativas de acabamentos que ficam em conta no mercado. Os mais simples cumprem bem a função e atendem às normas técnicas perfeitamente. O uso de tinta é reduzido quando não se usa a massa acrílica e se aplica somente um selador e depois os dois principais tipos de tinta, a acrílica e a PVA.

Para os pisos, também existem opções que não pesam no bolso, como o cimento queimado. Se você prefere um piso que não retenha tanto calor, considere usar a cerâmica em toda a casa. Este material é indicado principalmente para regiões de altas temperaturas, já que a instalação de um piso frio ajuda a casa a não reter calor. Se quiser optar pela madeira, prefira os pisos laminados, que podem ser limpos facilmente, não precisam de aplicações de sinteco e podem ser facilmente removidos no caso de uma mudança. (Blog Casa Show)

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Ciclovias se espalham pelo mundo, e preferem concreto

Opção pela bicicleta faz prefeituras investirem em novos projetos de mobilidade, priorizando pavimentos de longa duração e que se distingam do asfalto

Protagonista de novos sistemas de mobilidade urbana, a bicicleta impulsiona o crescimento da malha de ciclovias em todo o mundo. Na Holanda, onde pedalar é tradição secular, as vias exclusivas para veículo em duas rodas já se estendem por 20 mil quilômetros. Em Barcelona, na Espanha, o trecho urbano tem 150 quilômetros de ciclovias. Berlim, na Alemanha, conta com uma ramificação de ciclovias que chega a 650 quilômetros.

Na América do Sul, Bogotá, na Colômbia, e Buenos Aires, na Argentina, destacam-se. Uma pela extensão (300 quilômetros); outra pela qualidade do pavimento ao longo de 70 quilômetros de ciclovia. O concreto acompanha esse novo componente da mobilidade urbana. Em boa parte das novas ciclovias inauguradas recentemente, o pavimento rígido predomina sobre o asfalto. Por dois motivos: a ciclovia em concreto consegue criar um contraste com o asfalto (branco e preto), o que ajuda a delimitar as faixas para carros e para bicicletas.

Outra razão é a luminosidade. O concreto reflete melhor a luz solar e também a luz artificial, o que melhora a segurança dos ciclistas. Sem contar que pode ser pintado de outras cores ou receber pigmentação durante o processo de produção. “O concreto nas ciclovias oferece maior durabilidade, viabilidade econômica e segurança, devido aos menores riscos de aquaplanagem e surgimento de buracos na pista, além de facilitar na sinalização e percepção por parte dos motoristas e pedestres”, diz o holandês Warner Vonk.

Disputa entre Rio e Brasília
Engenheiro civil com formação na Universidade de Twente, na Holanda, Wonk foi contratado pela prefeitura do Rio de Janeiro para fazer o planejamento cicloviário da cidade, além de outros municípios, como Resende-RJ, Mesquita-RJ, Fortaleza-CE, Florianópolis-SC e Blumenau-SC – sempre optando pelas faixas em concreto. Um dos mais recentes trabalhos em que esteve envolvido foi o projeto da ciclovia Tim Maia, que margeia a Avenida Niemeyer, no Rio, e faz parte do planejamento da cidade para os jogos olímpicos.

Com a obra, toda em concreto, o Rio de Janeiro passou a ter a maior malha cicloviária urbana da América Latina, com 438,9 quilômetros. O objetivo é de que até agosto, quando começam as olimpíadas, o número suba para 450 quilômetros. A capital fluminense, no entanto, pode perder o título de “cidade sul-americana das ciclovias” para Brasília. O plano cicloviário do Distrito Federal prevê 600 quilômetros de faixas exclusivas para bicicletas, com prioridade para o concreto. Até a Copa do Mundo de 2014, porém, apenas 61 quilômetros do projeto foram viabilizados.

O crescimento da malha de ciclovias já levou a indústria de equipamentos para a construção civil a projetar máquinas exclusivas para esse segmento. Entre elas, extrusoras que pavimentam in loco a faixa para bicicletas. A vantagem é que o equipamento elimina ondulações, cria um gripping adequado para veículos de duas rodas e permite uma execução mais rápida do projeto. Uma ciclovia em concreto, construída adequadamente, pode durar até 20 anos praticamente sem manutenção. (Massa Cinzenta)

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