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63,1% dos empresários de materiais de construção veem cenário regular

Os empresários do setor de materiais de construção acreditam que as vendas devem mostrar comportamento regular no mês de março. Entre os entrevistados pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), 15,8% estimam bons resultados no mês, enquanto 63,1% disseram que o período deve ser regular e 15,8% assinalaram o mês como ruim. Outros 5,3% apontam março como muito ruim.

A leitura para o mês que vem é melhor que a avaliação de fevereiro, quando a observação “bom” contou com 5,3% dos entrevistados. O segundo mês do ano foi considerado regular por 57,9%, enquanto 26,3% definiram o período como ruim. Uma fatia de 10,5% disse que fevereiro foi muito ruim.

“De acordo com o indicado pelas empresas, há uma certa estabilização no conceito de vendas regulares para os próximos dois meses, e uma pequena melhora na pretensão de investimentos e da utilização da capacidade das fabricas”, afirmou o presidente da entidade, Walter Cover. “É um pouco cedo para falarmos em uma reversão da tendência negativa que predominou no ultimo ano, mas é possível que estamos vendo uma reação no mercado do varejo”, acrescentou.

Já no mercado imobiliário e nas obras de infraestrutura, a perspectiva continua negativa, esperando sinais para restaurar a confiança das famílias e dos empresários para voltar a investir. Se persistirem os números de estabilidade na próxima pesquisa, a Abramat já espera dizer que o mercado parou de cair e se prepara para uma transição em 2016 em um nível de atividade similar a 2007.

A Abramat informou também que, em fevereiro, nenhuma empresa tem boas expectativas quanto às ações do governo para o setor da construção civil nos próximos 12 meses. A avaliação de 73,7% dos entrevistados foi de pessimismo nesta questão – enquanto os outros 26,3% revelaram indiferença.

O resultado apresentou estabilidade do otimismo, que estava em zero desde novembro. Em igual mês do ano passado, a taxa estava em 11%. O histórico de pessimismo recuou frente aos 79% de janeiro, mas aumento antes os 50% em fevereiro do ano passado.

A sondagem da associação indicou também que, na média, 42% das indústrias de materiais pretendem investir nos próximos 12 meses. O resultado representou uma melhora em relação a janeiro, quando a intenção relatada era de 37%. Em igual mês do ano anterior, o indicador estava em 47%. (Conteúdo Estadão)

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3 dicas de segurança para quem trabalha na construção civil

A construção civil é dos ramos que mais emprega profissionais no Brasil. Grande parte das atividades desse segmento envolve a ação em canteiros de obras, no qual ficam presentes profissionais de diferentes áreas. A circulação de pessoas e a visitação das obras faz com que uma série de medidas de segurança sejam necessárias, pois são elas que resguardam os trabalhadores de incidentes de trabalho.

Por isso, toda a obra deve estar dentro das normas necessárias, certificando-se de que todas as medidas preventivas são seguidas. Confira abaixo algumas dicas para que todos os trabalhadores e envolvidos na construção fiquem em segurança no local.

Equipamentos

Fundamentais em qualquer obra, os equipamentos de proteção individual (EPIs) previnem danos físicos em caso de acidentes e evitam que os trabalhadores fiquem expostos a agentes que podem ser nocivos a sua saúde e bem-estar. Capacetes, botas, protetores auriculares e óculos de segurança estão entre os principais equipamentos. De acordo com a natureza da obra, porém, alguns outros acessórios se fazem necessários, como roupas especiais e máscaras.

Canteiro

Antes de iniciar a rotina de trabalho, é importante ter a certeza de que todos os equipamentos estão bem instalados e em bom estado. Checar andaimes, plataformas é fundamental, bem como conferir se eles possuem apoios e guarda-corpos. Também é fundamental que todas as aberturas na pavimentação ou no solo estejam devidamente sinalizadas e protegidas. Isso é imprescindível para que não haja quedas ou tropeços.

Da mesma forma, manchas de óleo, graxa ou locais em contato com água devem estar indicados, para que todos os trabalhadores possam caminhar em segurança. Confira também o tamanho dos locais de passagem e certifique-se de que eles são suficientes para a locomoção de trabalhadores e equipamentos.

Procedimentos

Na hora de realizar trabalhos específicos, todos os equipamentos necessários devem ser checados e ter funcionamento adequado. Além de ter uma instalação elétrica segura, os aparelhos devem ser compatíveis com a voltagem e não ultrapassar a potência máxima da rede que serve à obra. Na hora da concretagem, por exemplo, é preciso ter a certeza de que a betoneira está devidamente isolada e que o seu modelo é adequado para a rede elétrica.

Quando for preciso escavar ou entrar em valas, é fundamental garantir que a superfície está isolada e com os apoios necessários. Mesmo que o terreno não tenha riscos aparentes de desmoronamento, é importante certificar-se de que todas as medidas preventivas são cumpridas. Também não se pode entrar em locais como esses sem estar com as cordas de segurança e com os cabos que atam os trabalhadores à superfície, permitindo que eles possam ser puxados em caso de emergência. (Expresso MT)

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Especialistas dão dicas de como evitar dor de cabeça durante uma reforma de casa

A receita para o sucesso é o planejamento

A crise econômica pela qual o Brasil está passando tem feito com que os brasileiros adiem os planos de reformar a casa ou apartamento, por medo de comprometer o orçamento. Para os especialistas, apesar de uma obra estar sempre sujeita a adversidades, com problemas que surgem ao longo do serviço, se houver planejamento é possível evitar dor de cabeça e deixar a casa mais bonita, mesmo em tempos de economia de despesas.

Segundo o coordenador do curso de Engenharia Civil da Faculdade Estácio, Abraham Bensadon, como em qualquer projeto, desde uma simples viagem a uma grandiosa construção, a receita para o sucesso é o planejamento. Ele diz que para quem pretende reformar, essa é uma etapa primordial e que vai evitar surpresas, como por exemplo, falta de material no meio da construção.

O primeiro passo, de acordo com o coordenador, é definir quanto deseja investir na reforma e depois procurar um profissional de engenharia ou arquitetura para elaborar o projeto e especificar os materiais e processos da construção. Feito isso, Abraham Bensadon diz que é preciso estabelecer o cronograma e orçamento da obra. “Nesse momento, deve-se discutir desde o prazo e custo da obra, até detalhes do acabamento”, disse.

Com o planejamento pronto, é o momento de procurar a mão de obra para realizar a reforma. Abrahan Bensadon ressalta que esta é a etapa que exige mais atenção, pois um detalhe executado sem a devida orientação pode gerar sérias consequências. “São comuns nas obras problemas com água empoçada no banheiro, trincas e rachaduras próximas às portas e janelas. Tudo isso pode ser evitado, se o profissional escolhido para realizar o trabalho tiver experiência”, acrescentou.

O coordenador lembra que na construção civil é preciso estar preparado para as adversidades, principalmente, quando se trata de reforma. “Transtornos fazem parte da obra, principalmente porque na maioria das reformas as instalações elétricas e hidráulicas não previam a expansão ou modificações que serão realizadas”, afirmou.

Depois de concluída todas essas etapas é preciso pesquisar o preço dos materiais de construção. “O custo do material é cerca da metade do valor de uma obra”, frisou.

A arquiteta da Damata Consultoria, Tássia Cruz Barbosa, orienta que o ideal é solicitar vários orçamentos em lojas de materiais de construção e comparar os preços oferecidos por cada uma. Outra dica é comprar o maior número de itens possíveis de uma só vez, assim é possível negociar descontos e prazos de pagamentos.

Opte pelos materiais mais baratos

Experiente no assunto, a arquiteta Tássia Barbosa acrescenta que existem alguns truques que podem ser utilizados para construir ou reformar uma residência com o custo mais baixo, tais como o uso de azulejos instalados sem chegar ao teto (chamados de meia parede) e substituição da pedra de granito pela linha laminado.

Na escolha do piso, o ideal é optar pelo cerâmico e de preferência que esteja em ponta de estoque. As portas de entrada principal e de acesso à área de serviço podem ser em alumínio do tipo sasazaki, por terem um baixo custo de manutenção. Já as portas internas, a melhor opção é  em madeira tipo MDF (compensado).

Na pintura, pode ser utilizado somente selador, tinta PVA na parte interna e tinta acrílica no exterior da edificação, sempre compradas preferencialmente em latões que possuem a capacidade de 18 litros e não em galões de 3,6 litros.

O custo local da construção, por metro quadrado, em dezembro fechou em R$ 995,46, em janeiro caiu para R$ 993,49 – sendo R$ 566,49 relativos aos materiais e R$ 427,00 à mão de obra. No quadro nacional o Amazonas figura com a décima posição no valor por metro. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). (Uol)

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