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Especialistas dão dicas de como evitar dor de cabeça durante uma reforma de casa

A receita para o sucesso é o planejamento

A crise econômica pela qual o Brasil está passando tem feito com que os brasileiros adiem os planos de reformar a casa ou apartamento, por medo de comprometer o orçamento. Para os especialistas, apesar de uma obra estar sempre sujeita a adversidades, com problemas que surgem ao longo do serviço, se houver planejamento é possível evitar dor de cabeça e deixar a casa mais bonita, mesmo em tempos de economia de despesas.

Segundo o coordenador do curso de Engenharia Civil da Faculdade Estácio, Abraham Bensadon, como em qualquer projeto, desde uma simples viagem a uma grandiosa construção, a receita para o sucesso é o planejamento. Ele diz que para quem pretende reformar, essa é uma etapa primordial e que vai evitar surpresas, como por exemplo, falta de material no meio da construção.

O primeiro passo, de acordo com o coordenador, é definir quanto deseja investir na reforma e depois procurar um profissional de engenharia ou arquitetura para elaborar o projeto e especificar os materiais e processos da construção. Feito isso, Abraham Bensadon diz que é preciso estabelecer o cronograma e orçamento da obra. “Nesse momento, deve-se discutir desde o prazo e custo da obra, até detalhes do acabamento”, disse.

Com o planejamento pronto, é o momento de procurar a mão de obra para realizar a reforma. Abrahan Bensadon ressalta que esta é a etapa que exige mais atenção, pois um detalhe executado sem a devida orientação pode gerar sérias consequências. “São comuns nas obras problemas com água empoçada no banheiro, trincas e rachaduras próximas às portas e janelas. Tudo isso pode ser evitado, se o profissional escolhido para realizar o trabalho tiver experiência”, acrescentou.

O coordenador lembra que na construção civil é preciso estar preparado para as adversidades, principalmente, quando se trata de reforma. “Transtornos fazem parte da obra, principalmente porque na maioria das reformas as instalações elétricas e hidráulicas não previam a expansão ou modificações que serão realizadas”, afirmou.

Depois de concluída todas essas etapas é preciso pesquisar o preço dos materiais de construção. “O custo do material é cerca da metade do valor de uma obra”, frisou.

A arquiteta da Damata Consultoria, Tássia Cruz Barbosa, orienta que o ideal é solicitar vários orçamentos em lojas de materiais de construção e comparar os preços oferecidos por cada uma. Outra dica é comprar o maior número de itens possíveis de uma só vez, assim é possível negociar descontos e prazos de pagamentos.

Opte pelos materiais mais baratos

Experiente no assunto, a arquiteta Tássia Barbosa acrescenta que existem alguns truques que podem ser utilizados para construir ou reformar uma residência com o custo mais baixo, tais como o uso de azulejos instalados sem chegar ao teto (chamados de meia parede) e substituição da pedra de granito pela linha laminado.

Na escolha do piso, o ideal é optar pelo cerâmico e de preferência que esteja em ponta de estoque. As portas de entrada principal e de acesso à área de serviço podem ser em alumínio do tipo sasazaki, por terem um baixo custo de manutenção. Já as portas internas, a melhor opção é  em madeira tipo MDF (compensado).

Na pintura, pode ser utilizado somente selador, tinta PVA na parte interna e tinta acrílica no exterior da edificação, sempre compradas preferencialmente em latões que possuem a capacidade de 18 litros e não em galões de 3,6 litros.

O custo local da construção, por metro quadrado, em dezembro fechou em R$ 995,46, em janeiro caiu para R$ 993,49 – sendo R$ 566,49 relativos aos materiais e R$ 427,00 à mão de obra. No quadro nacional o Amazonas figura com a décima posição no valor por metro. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). (Uol)

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Aprenda alternativas para reformar a casa sem muitos gastos

Com o mercado da construção civil passando por uma baixa, os projetos estão com orçamento reduzido. Nesse momento é necessário usar e abusar da criatividade para não perder em qualidade, estética e no conceito dos projetos. O designer de interiores Iago Patucci listou algumas dicas e alternativas que podem ajudá-lo a manter o projeto de reforma dos sonhos, mas sem precisar de investimentos altos:

• Adesivos e papéis de parede causam um efeito visual e podem ser uma alternativa para paredes internas que iriam receber algum tipo de revestimento. Com isso é possível reduzir mais de 70% o valor sem perder em estética e conforto.

• Outro fator importante é que os fornecedores estão mais dispostos e abertos à negociação em relação ao ano passado. A dica do profissional é negociar o preço e conseguir chegar a um valor justo para ambas as partes.

• Áreas que iriam receber piso de mármore ou granito podem ser facilmente substituídas por porcelanato. Além de durabilidade excelente o custo cairá em até 50% dependendo do material escolhido.

• Para as cortinas, uma ideia para redução de valores é trabalhar com persiana rolo e acrescentar chalés de tecido nas extremidades. “Com isso existe economia de tecido e a mão de obra também será reduzida”, explica Iago.

• Nos banheiros geralmente tem-se a ideia de revestir do piso ao teto com azulejos. Uma alternativa é fazer meia parede ou alinhar com a porta a altura do azulejo e trabalhar com pintura na parte superior até o forro. Com uma tinta adequada, consegue-se ter uma ótima durabilidade, além de um banheiro diferenciado.

• O cimento queimado pode ser uma grande alternativa para áreas que iriam receber inicialmente o porcelanato ou algum outro tipo de revestimento, o material traz um ar contemporâneo ao espaço além de não ter rejunte.

• Se a opção for o piso de madeira, uma alternativa é o uso de laminados para redução do custo e manutenção.

• Claraboia é uma alternativa em casas. Além de economizar energia por trazer luz natural ao ambiente, nesta área não será necessário o uso de forro em gesso e telhado.

• Usar a marcenaria como divisória de ambientes, pode reduzir o custo em relação à construção de uma parede. O fundo do armário pode virar um painel em outro ambiente e a economia poderá ser bem considerável. (Bonde)

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Obras ou reformas demandam atenção redobrada durante a época de chuvas

Período das águas não é o mais indicado para mexer com reparos em casa. Especialistas orientam como lidar com algumas situações

O período chuvoso já começou e com ele alguns cuidados devem ser tomados na hora de fazer obras ou reformas. Seja por demora na secagem dos materiais ou simplesmente pela dificuldade de se trabalhar com material de construção debaixo de chuva, é necessário tomar alguns cuidados para que a obra não se transforme em dor de cabeça sem solução. Segundo o engenheiro civil e supervisor de obras da Geraes Construtora José Maurício Maia de Menezes, mesmo alguns procedimentos internos merecem atenção devido à umidade, como a troca ou assentamento do piso. “A massa demora mais para secar, por isso o ideal é usar argamassa colante industrializada, composta por cimento, areia e aditivos que retêm água e promovem melhor aderência. Quando misturada com água, ela forma uma massa viscosa, plástica e adesiva, empregada no assentamento de placas cerâmicas de revestimento”, explica.

Para bater a laje é necessário cobri-la com lona depois dos trabalhos porque a água em excesso vai alterar o fator/cimento, que é o equilíbrio das quantidades exatas desses dois materiais. Uma chuva fina pode até auxiliar nesse processo, uma vez que a laje terminada precisa ser umidificada para melhorar a resistência do concreto, mas nada de chuva forte. “O concreto não pode receber água demais porque senão atrapalha o serviço”, afirma José Maurício.

Outras ações como pintura e obras em tubulações também merecem atenção. No primeiro caso pelo mesmo motivo da demora na secagem, mas nada que impeça o processo, desde que seja realizado internamente. Do lado externo fica impossível porque quando a superfície é pintada ela é selada e a água fica retida na parede. Como a umidade não consegue sair, ela evapora e estoura a pintura. “Para passar tinta do lado de fora a parede tem que estar totalmente seca”, afirma o especialista. No segundo caso, ao manusear tubulações de água pluvial, se não conseguir fazer a religação antes de a chuva começar a água pode cair dentro de casa.

Um problema que muitos moradores enfrentam no período chuvoso é o das infiltrações. Para evitá-las, o proprietário deve verificar a limpeza de calhas e dutos, bem como o estado das telhas e do telhado. Para consertar infiltrações na laje não é indicada a impermeabilização com manta asfáltica debaixo de chuva, mas sim com manta líquida, que demanda menos tempo de aplicação. “Para aplicar a (manta) asfáltica a base tem que estar 100% seca. Já o segundo tipo, além de ter uma aplicação mais rápida, pode ser colocada com um pouco de umidade. Ela tem uma grande elasticidade, garantindo a impermeabilidade da laje”, pontua José Maurício. Mas ele destaca que o ideal é fazer a manutenção no decorrer do ano para evitar a ocorrência de infiltrações.

O engenheiro destaca também que os trabalhadores da construção civil precisam redobrar os cuidados no período chuvoso para evitar acidentes. “Deve-se evitar trabalho com vergalhão de aço por causa de descargas elétricas e também trabalhos em altura devido a raios. Além disso, estruturas ou andaimes molhados aumentam o risco de queda”, lembra.

A engenheira civil Márcia de Rezende Costa está à frente da reforma de um apartamento e da construção de uma casa. No primeiro caso, as obras são de modificação interna, que incluem ampliação de espaço e troca das partes hidráulica e elétrica. As modificações têm sido realizadas normalmente, mas o cuidado maior é com o assentamento do piso. Em relação à troca hidráulica e elétrica, o reparo está atrasado porque não para de chover. Segundo ela, o reboco leva mais tempo para ficar completamente seco quando está chovendo. “O que gastaria em média dois dias pode chegar a quatro ou cinco. Mas para realizar o procedimento do lado externo o ideal é esperar a estiagem. Se acabou de assentar a massa e começar a chover, o reboco vai cair porque a massa não adere ao tijolo umedecido e escorre”, diz.

Fonte: Lugar Certo

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