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Você sabe quais cuidados tomar ao construir o alicerce?

É muito importante, quando for iniciar uma obra, ter em mente noções básicas de execução de suas fundações, como a construção correta de uma viga baldrame que é essencial nesse processo.

Baldrames são as vigas que ficam normalmente um pouco abaixo do nível do solo. A viga baldrame pode ser considerada a própria fundação e cumprem seu papel de sustentação.

Suas ferragens devem estar recobertas por uma camada de pelo menos 3 cm de concreto e a alvenaria de nivelamento deve ser feita utilizando blocos de concreto estruturais ou tijolos maciços requeimados.

Um dos problemas que vemos nas obras é a presença de ferragens aparentes nas vigas baldrames. Isso acontece durante a concretagem delas, quando é necessário 3 cm de concreto sobre as ferragens por todas as faces; se as ferragens ficarem aparentes nesse processo, elas não vão cumprir bem seu papel estrutural, ficando sujeitas a corrosão, danos estéticos e, futuramente, estruturais.

os materiais para alvenaria de nivelamento devem ser blocos de concreto estruturais ou tijolos cerâmicos maciços e requeimados.

Ao terminar o assentamento da alvenaria de nivelamento, é necessário chapiscar a superfície com cimento CPII ou CPV, utilizando-se uma mistura de cimento com areia grossa de 1:2.



Depois de, no mínimo, 12 horas de aplicado o chapisco sobre a alvenaria de nivelamento, segue-se com o capeamento de argamassa de cimento e areia média 1:3 a 1:4, traço volumétrico. Essa argamassa de envelopamento deve ter espessura mínima de 2 a 3cm, a qual deve ser desempenada (ou pelo menos quebrada na desempenadeira) e passada um feltro ou uma espuma sobre ela, deixando sua superfície camurçada, o que permite uma melhor ancoragem de qualquer tipo e família de impermeabilizantes adequados para aplicação em alicerces.

No caso dos impermeabilizantes asfálticos, existe uma limitação com relação a essa argamassa de envelopamento, pois ela deve estar seca para que se possa utilizar uma tinta asfáltica base solvente. Além disso, todo e qualquer impermeabilizante asfáltico não poder ser utilizado na cabeça das colunas, pois provoca um seccionamento (isto é, “separa”) entre a viga baldrame e a coluna. Uma opção asfáltica para a impermeabilização de argamassas de envelopamento úmidas seria utilizar emulsões asfálticas, pois elas são asfalto base água e conseguem ancorar sobre a argamassa ainda úmida. Mesmo assim, a melhor opção ainda seria o uso das argamassas poliméricas.

Como as argamassas poliméricas são produtos a base de cimento e, logicamente, curam com água, podem ser aplicadas sobre a argamassa de envelopamento ainda úmida, podendo ser do tipo flexível ou semi-flexível, estruturadas internamente (dispensam o uso de tela de poliéster) ou não e podem e devem ser utilizados sobre a cabeça dos arranques das colunas na viga baldrame. As argamassas poliméricas flexíveis ou semi-flexíveis não estruturadas internamente (precisam da tela de poliéster) devem ser utilizadas sobre as cabeças das colunas sem o uso das telas de poliéster. Assim, quando forem aplicadas na cabeça dos arranques das colunas, o concreto encostado com o solo úmido vai absorver umidade, impedindo de passar para a coluna, a qual não irá distribuir umidade para a alvenaria e, consequentemente, não vai distribuir umidade para o reboco, que poderia, estufar as pinturas e causar um dano maior que o estético, que é prejudicar a saúde do ser humano, pois uma casa úmida pode causar problemas respiratórios. Portanto, impermeabilização é também um problema de saúde pública.

Construção, Dicas

DESCARTE OS RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO DE FORMA CORRETA

A forma de lidar com os resíduos de uma construção é algo que exige muito cuidado para evitar problemas e resguardar a população e a natureza de impactos ambientais.

 

Esses resíduos podem ser classificados de diferentes maneiras, de acordo com a Conama Nº 307/2002, que funcionam de acordo com as possibilidades de reuso e reciclagem.

 

São eles:


Classe A

Resíduos recicláveis e passíveis de reutilização provenientes de construção, demolição, reformas e reparos de edificações, pavimentação e raspagem de ruas, de obras de infraestrutura, inclusive solos provenientes de terraplanagem, além de tijolos, blocos, telhas, placas de revestimento, argamassa e concreto.

Classe B

Resíduos recicláveis formados por plásticos, papéis, metais, vidros e madeiras em geral, incluindo gesso.

Classe C

Resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações economicamente viáveis para recuperação ou reciclagem.

Classe D

Resíduos perigosos oriundos do processo da construção, como tintas, solventes, óleos, amianto, produtos de demolições, reformas e reparos em clínicas radiológicas, instalações industriais e outras.

Formas de descartar os resíduos:

 

– Coleta domiciliar convencional

Possui o limite de 50kg de entulhos por dia por imóvel e estes devem estar propriamente fragmentados e acondicionados. Acima dessas quantidades, o próprio gerador deve providenciar a remoção mediante contratação de empresas cadastradas pela administração municipal, que comprovam a correta destinação dos resíduos.

 

– Reciclagem

 

Normalmente, as prefeituras possuem um espaço para a coleta desses materiais que serão destinados à reciclagem, sendo que o responsável pela construção organiza apenas o transporte. Em alguns municípios a prefeitura disponibiliza Usinas de Reciclagem para esta finalidade e a separação também fica por sua conta.

 

– Caçambas

As empresas que oferecem as caçambas são responsáveis por realizar o transporte para as áreas indicadas pela prefeitura, tudo o que a construtora precisa fazer é fiscalizar esse descarte.


– Contratar uma empresa transportadora

Assim como a maioria dos serviços, esse é um serviço pago. É importante se informar sobre empresas de transporte de resíduos licenciadas, como caçambas e outros, quando necessário. Verifique a lista de empresas cadastradas na prefeitura da sua cidade.

Dicas

Tubos de Concreto: você sabe qual escolher?

Os tubos de concreto têm várias funções dentro do trabalho de escoamento de água, sendo parte importante na hora de construir redes de captação pluvial e sistemas de esgoto.

Existem vários usos para os tubos de concreto, e diversos tipos recomendados para cada situação.

Conheça agora as nomenclaturas e informações importantes sobre os tubos de concreto:

 

REDES DE CAPTAÇÃO PLUVIAL

Redes pluviais são redes independentes dos sistemas e galerias de esgotos que servem para a captação da água da chuva, como seu nome indica. Essa água é tratada pela empresa responsável de cada cidade.

As nomenclaturas para os tubos de concreto das redes pluviais são as seguintes:

PS 1: Essa nomenclatura designa os tubos de concreto sem armação que, dentro de um conjunto de diâmetros entre 200mm e 600mm, possuem carga de resistência mínima à ruptura que varia de 16 kN/m a 24 kN/m (unidade usada para medir a pressão).

PS 2: Já essa nomenclatura procura designar os tubos de concreto sem armação que, dentro desse mesmo conjunto, possuem carga mínima variando de 24 a 36 kN/m.

Tubos de concreto armado: Esses tubos já alcançam um diâmetro maior, podendo chegar até 2000mm. As nomenclaturas são PA 1, PA 2, PA 3 e PA 4 que variam de acordo com o tamanho, sendo que cada uma delas possui uma carga mínima de fissura e ruptura diferente, dependendo do seu diâmetro.

 

REDES DE ESGOTO

As nomenclaturas são:

EA: Denomina os tubos de concreto sem armação que possuem junta elástica na intersecção com outras peças. Seu diâmetro pode variar de 200mm a 600mm, sendo que a carga mínima de resistência à ruptura varia entre 36 kN/m a 54 kN/m.

EA 2, EA 3 e EA 4: Denominam os tubos de concreto armado com junta elástica. Seu diâmetro pode variar de 300mm a 2000mm, sendo que a carga mínima também varia de acordo com o tipo do tubo de concreto e o seu diâmetro.

 

Quer saber mais sobre tubos de concreto? Deixe seu comentário aqui ou entre em contato conosco.

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