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Para se refrescar no verão: conheça as piscinas públicas mais famosas do mundo

Ah, o verão! Para muitas pessoas é a época mais alegre do ano! Milhares de turistas buscam nas férias os destinos mais paradisíacos para se refrescar. Mas, quem não pode viajar e precisa passar os meses mais quentes em áreas urbanas acaba optando pelas praias artificiais ou pelas piscinas públicas. A capital francesa, por exemplo, inaugurou, neste ano, um projeto emblemático. O chamado ‘Projeto Verão’ promete fazer a alegria dos parisienses.  Acompanhe essa história na matéria a seguir!

(imagem extraída de Piscinas Planalto RJ)

+ PROJETO VERÃO PARIS

A prefeitura de Paris, com a ideia de incentivar a prática da natação para parisienses e turistas, principalmente no verão, inaugurou três piscinas naturais na Bacia de La Villette. A área escolhida para a primeira implantação fica no 19° distrito da cidade, próxima à ponte Mosel, em um espaço alimentado pelo Rio Sena, onde o Canal de l’Ourcq se liga ao Canal Saint-Martin. Foi o próprio líder político e militar Napoleão Bonaparte quem mandou construir este lago artificial, em 1808.

Nas últimas duas décadas, o governo se dedicou a por em prática diversas medidas para a limpeza da água do rio, que, até então, recebia os descartes das indústrias ao redor. Houve muito investimento financeiro para o seu tratamento. Em 2015, depois que o nível bacteriano baixou para um número aceitável, foi vez de por em prática o grande plano ‘Projeto Verão’ – que, inclusive, colocou Paris como candidata para os Jogos Olímpicos de 2024.

“Há uma vontade real dos parisienses em recuperar espaços aquáticos na cidade e graças ao trabalho desenvolvido para melhorar a qualidade da água, nós saímos da ficção e chegamos na realidade desse projeto que permite que todos possam nadar em dias ensolarados” – Célia Blauel, adjunta da Prefeitura de Paris.

Até 2020, todas as modernizações de parques aquáticos e construções de novas piscinas públicas para banho na cidade devem ficar prontas. La Villette já possui uma área para crianças, uma para adultos e uma para nadadores experientes, com profundidade de dois metros, somando 1.600 m² de piscinas. Estima-se que elas recebam quase cem banhistas diariamente entre os meses de junho e setembro, quando as temperaturas ficam, em média, em 30º C.

+ BARTON SPRINGS POOL

(imagem extraída de Austin City Guide)

Esta grande piscina pública, com mais de trezentos metros de comprimento e dezoito de profundidade, está localizada em Austin, no estado do Texas, nos Estados Unidos. Ela ocupa uma área de três hectares dentro do parque Zilker, ladeada por belas árvores e outros elementos naturais. É conhecida por suas águas termais doces, consideradas como curativas.

+ BONDI BATHS

(imagem extraída de BRaustralia)

Bondi Baths, ou Bondi Iceberg, fica no Mar da Tasmânia, em Sydney, na Austrália. Essa piscina está aberta desde o final da década de vinte e faz parte de um complexo de lazer que possui uma pequena praia particular, adornada pela trilha costeira e por penhascos de arenito. O tanque, de qualidade olímpica, possui cinquenta metros de comprimento e é feito em concreto – o que deixa a temperatura da água mais fresca do que a do mar.  Continuamente, ele é invadido pelas ondas, fazendo com que a experiência dos visitantes seja muito divertida.

+ BADESCHIFF

(imagem extraída de Circus Berlin)

A Badeschiff está localizada sobre o Rio Spree, em Berlim, na Alemanha. Essa piscina pública tem vinte e sete metros de comprimento e foi construída dentro de uma antiga embarcação, reaproveitada, que inspirou o nome. À sua volta, há um amplo deck de madeira, um café flutuante e uma pequena praia artificial. O lugar, sem dúvidas, é espetacular.

+ LAGOA AZUL

(imagem extraída de Estilo Sugar)

Essa piscina pública fica em Grindavík, na península de Reykjanes, na Islândia. Ela está aberta desde a década de 1970 e foi apelidada de a Lagoa Azul, referência ao filme dos anos oitenta. Além da bonita paisagem circundante, chama a atenção dos turistas suas águas quentes, que, acredita-se, possuem propriedades medicinais. Esse é o único lugar do mundo onde os oceanos subterrâneos sobem ao nível do solo, algo quase indescritível. E é devido à esta geografia local que elas tomam esse tom azulado tão impressionante.

+ KASTRUP SØBAD

(imagem extraída de Bellus Photography)

É em Copenhagen, na Dinamarca, em meio às águas salgadas do Mar Báltico, que está essa piscina pública de nome tão difícil, a Kastrup Søbad. Projetada por Fredrik Pettersson, lembra muito um forte. Em verdade, seu formato serve para preservar os visitantes dos ventos fortes no litoral. Para se chegar a na área central o visitante deve percorrer uma passarela de aproximadamente cem metros de comprimento. Mas, no final, o esforço compensa.

+ HARBOUR BATH

(imagem extraída de Pinterest)

A Harbour Bath fica nas Ilhas Brygge, em Copenhagen, na Dinamarca. Ela toma uma grande parte do porto da cidade, que foi totalmente revitalizado. No local, há também docas, rampas para barcos, falésias e um farol estilizado.

+ PISCINE JOSEPHINE BAKER

(imagens extraídas de Fabi Porai e Guido Erbring)

Esta piscina flutuante, de teto retrátil, está localizada em frente à gigantesca biblioteca François Mitterrand, em Paris, na França. O maior destaque desse projeto é seu mecanismo de preservação do ecossistema. Funciona do seguinte modo: a água do tanque é captada diretamente do Rio Sena; depois, ela passa por um processo de tratamento e devolvida ao mesmo. Ou seja, a Piscine Josephine Baker acaba sendo um importante elemento de purificação das águas locais.

+ KITS POOL

(imagem extraída de Reflecting Vancouver)

A Kits Pool fica na cidade de Vancouver, no Canadá. É a piscina com maior extensão em todo o país, com cento e trinta e sete metros de comprimento. Suas águas são aquecidas e, embora provindas do oceano, salinizadas. A diversão dos visitantes é descer pelos vários tobogãs que circulam a estrutura e admirar a bela de paisagem, urbana e natural.

+ LEÇA SWIMMING POOLS

(imagens extraídas de ArchDaily)

O Complexo de Leça fica no litoral de Matosinhos, ao norte de em Portugal. Foi projetado pelo renomado arquiteto, mundialmente conhecido, Álvaro Siza. Combina uma formação natural, em pedra, com uma estrutura de tom mais claro, em concreto. No local, há espaços para adultos e crianças. Os limites dos tanques artificiais vão até a orla marítima, misturando suas águas com às das piscinas naturais, de águas salgadas, existentes no local. (Blog da Arquitetura)

Dicas

Vendas do varejo de material de construção crescem 3% em janeiro, diz Anamaco

As vendas do varejo de materiais de construção subiram 3% em janeiro, na comparação com o mesmo mês de 2017. Frente a dezembro, o setor registrou queda de 9%, segundo dados divulgados nesta quinta-feira, 1º de fevereiro, pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco).

De acordo com o estudo, entre as categorias pesquisadas, tintas foi a que apresentou a maior queda em relação a dezembro (-30%), seguida por revestimentos cerâmicos (-9%). Já telhas de fibrocimento e cimentos tiveram desempenho estável no período.

“Tradicionalmente, janeiro é um mês bastante difícil para o nosso setor. Além de ser um período de chuvas, que não favorece a realização de obras, ainda é época de férias escolares. Fora isso, com o início do ano chegam os impostos e muita gente que viajou em dezembro e janeiro acaba reduzindo os gastos no início do ano para compensar”, lembra, em nota, o presidente da Anamaco, Cláudio Conz.

Pelo levantamento da Anamaco, todas as regiões do País apresentaram variações negativas em janeiro, na comparação com dezembro. No Nordeste as vendas caíram 16%, já no Sudeste 9%. No Centro-Oeste a retração foi de 6%, no Sul 4% e no Norte 3%.

Expectativas

Para fevereiro, os lojistas estão divididos quanto às suas expectativas: 30% acham que as vendas vão cair e 32%, que vão crescer.

Ainda assim, a pesquisa da Anamaco indicou que predomina o otimismo do setor com relação às ações do governo nos próximos 12 meses (41%). Já a pretensão de realizar investimentos no mesmo período ficou estável no período, e aumentou a intenção de contratar funcionários na comparação com o primeiro mês do ano (de 12% para 16%).

Neste ano, a Anamaco espera que o setor cresça 8,5% sobre 2017, quando teve um faturamento de R$ 114,5 bilhões. Entre as razões para tal desempenho, a entidade aponta a redução das taxas de juros, da inflação e o aumento do emprego. (Estadão)

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Vendas do varejo de material de construção crescem 3% em janeiro, diz Anamaco

As vendas do varejo de materiais de construção subiram 3% em janeiro, na comparação com o mesmo mês de 2017. Frente a dezembro, o setor registrou queda de 9%, segundo dados divulgados nesta quinta-feira, 1º de fevereiro, pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco).

De acordo com o estudo, entre as categorias pesquisadas, tintas foi a que apresentou a maior queda em relação a dezembro (-30%), seguida por revestimentos cerâmicos (-9%). Já telhas de fibrocimento e cimentos tiveram desempenho estável no período.

“Tradicionalmente, janeiro é um mês bastante difícil para o nosso setor. Além de ser um período de chuvas, que não favorece a realização de obras, ainda é época de férias escolares. Fora isso, com o início do ano chegam os impostos e muita gente que viajou em dezembro e janeiro acaba reduzindo os gastos no início do ano para compensar”, lembra, em nota, o presidente da Anamaco, Cláudio Conz.

Pelo levantamento da Anamaco, todas as regiões do País apresentaram variações negativas em janeiro, na comparação com dezembro. No Nordeste as vendas caíram 16%, já no Sudeste 9%. No Centro-Oeste a retração foi de 6%, no Sul 4% e no Norte 3%.

Expectativas

Para fevereiro, os lojistas estão divididos quanto às suas expectativas: 30% acham que as vendas vão cair e 32%, que vão crescer.

Ainda assim, a pesquisa da Anamaco indicou que predomina o otimismo do setor com relação às ações do governo nos próximos 12 meses (41%). Já a pretensão de realizar investimentos no mesmo período ficou estável no período, e aumentou a intenção de contratar funcionários na comparação com o primeiro mês do ano (de 12% para 16%).

Neste ano, a Anamaco espera que o setor cresça 8,5% sobre 2017, quando teve um faturamento de R$ 114,5 bilhões. Entre as razões para tal desempenho, a entidade aponta a redução das taxas de juros, da inflação e o aumento do emprego. (Estadão)

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