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Demolição: não é só explodir

A demolição pode ser qualquer desmontagem estrutural, inclusive pequenas reformas, que às vezes necessitam da retirada de paredes. Idade da obra, riscos estruturais ou novas necessidades de ocupação são alguns dos motivos mais comuns.

Para cada caso existe um método de execução mais adequado. Entenda os principais tipos:

DEMOLIÇÃO MECÂNICA

Crédito: Sur/Shutterstock

Utilizada em locais que dispensam o cuidado com ruídos e poeira, é feita com equipamentos de grande e médio porte. Martelos rompedores, carregadeiras, escavadeiras e guindastes realizam o desmantelamento de paredes, lajes, elementos de estrutura metálica, entre outros. Apesar de apresentar mais agilidade na desconstrução e demandar menos mão de obra, exige um solo consistente, especialistas para operar as máquinas e possui alto risco de acidentes.

DEMOLIÇÃO COM EXPLOSIVOS

Crédito: Luke Schmidt/Shutterstock

Ideal para locais urbanos e para demolição de grandes estruturas, como arranha-céus e pontes. Consiste em detonar a estrutura que sustenta o edifício, fazendo com que o restante do prédio se autodestrua com a própria força do peso. Ou seja, o explosivo inicia a demolição e a gravidade termina o serviço. Portanto, é necessário um estudo sobre a estrutura e seu entorno.

O principal desafio desse tipo de demolição é encontrar os pontos-chave da estrutura e escolher o tipo correto de explosivo. Com o estudo é possível determinar para qual lado a construção cairá (terreno vazio) ou como realizar a implosão para que o prédio caia verticalmente.

DEMOLIÇÃO MANUAL

Crédito: LenaPl/Shutterstock

Também conhecida como desconstrução, é realizada por meio de processos manuais e é ideal para demolições que necessitam de maior cuidado com a estrutura. Existe ainda a demolição manual não estrutural, que permite a reutilização de portas, janelas e outros materiais de acabamentos, e a estrutural, que possibilita a reciclagem de concreto e tijolos demolidos para outras finalidades, como construção de calçadas ou até para a fabricação de novos tijolos.

DEMOLIÇÕES ESPECIAIS

Há, também, os tipos que atendem a casos com necessidades específicas, como a demolição silenciosa, para ambientes que não podem ter níveis de ruído altos, ou a controlada, que gera um desmonte parcial sem vibrações impactantes que abalem a estrutura remanescente.(Blog dos Equipamentos)

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4 ferramentas de medição preferidas de quem vai construir

Não tem jeito. Mesmo que o tempo passe e novas tecnologias apareçam, os trabalhadores da construção civil – sejam eles engenheiros, pedreiros ou empreiteiros – dificilmente abandonarão suas ferramentas de medição. Elas fazem parte do ofício quase compulsivo desses profissionais, que vivem medindo, calculando, recalculando…tudo para sair conforme o alinhado.

Se bem manuseados, calibrados e conservados, esses equipamentos garantem uma construção segura. Fique por dentro e confira as ferramentas de medição que não saem do bolso dos construtores!

Trenas

São utilizadas para medir distâncias e/ou elementos construtivos, como paredes e pisos. O mercado oferece diferentes tipos, que variam da matéria-prima ao comprimento. Os mais comuns são de metal, plástico e fibra de vidro, com tamanhos de 3 a 8 m. Retrátil, o carretel segue dentro de um pequeno compartimento e tem controle de trava e freio manual. Sua utilização é simples: basta fixar uma de suas extremidades no marco zero e estender a outra ponta até a distância desejada.

Para grandes proporções, existem as trenas mais longas – de 15 a 100 m –, que também são manuais. Ao contrário dos modelos de bolso, a fita é feita de um material mais maleável, que facilita o manuseio.

Com a tecnologia, surgiram as trenas a laser. Ao apontá-la para uma superfície e clicar em um botão, a ferramenta mostra a medida exata e ainda tem a função de calcular a área do local (em m² ou em m³).

Independente do modelo, deve-se observar quais escalas de medida são atendidas. A unidade padrão de comprimento é o metro, mas ainda existem as escalas em polegadas e pés, que podem ser mais complicadas de serem lidas.

Esquadros

São réguas em “L” utilizadas para conferir os ângulos retos (90°) de muros, paredes, janelas, portas etc. Disponíveis em diversos tamanhos, podem ser de madeira, metal e plástico.

Para fazer a medição, basta encostar um dos lados (catetos) em um plano e verificar se a outra extremidade segue alinhada.

Níveis

Metálicos ou de plástico, eles verificam se uma superfície está 100% reta, evitando ondulações em pisos e contrapisos. Em diversos tamanhos, normalmente englobam outros instrumentos, como a régua com nível de bolha – recipiente cilíndrico, marcado com duas linhas, que possui um líquido em seu interior, retendo uma bolha de ar. Ao apoiar o objeto em um plano horizontal ou vertical, a bolha deve permanecer na área demarcada. Do contrário, significa que há inclinações.

Prumos

São compostos por um peso metálico suspenso a um fio de náilon. Utilizados para conferir a verticalidade de paredes e colunas, são muito fáceis de manusear. Basta encostar o cordão no local a ser verificado e soltar o peso (para verificar se o plano está paralelo ao cordão).

Existem dois tipos de prumo: o de face (parede) e o de centro. O primeiro tem o peso metálico em forma de cilindro e, na outra ponta do cordão, uma peça de mesma largura. Sua função é determinar se as fiadas de uma parede e outros elementos verticais estão corretamente “aprumados”.

Já o segundo possui um peso metálico em formato de pião. Ele determina uma linha vertical a partir de um ponto qualquer, transferindo-o de um plano horizontal a outro. Isso é possível porque a ponta do pião fica exatamente alinhada com o cordão esticado, enquanto o prumo pende livremente.

(Redação Portal dos Equipamentos)

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Vale à pena fazer um curso de orçamento de obras?

A área de orçamento e planejamento exige do profissional conhecimentos multidisciplinares e, na maioria dos casos, o profissional não sai da universidade pronto para atuar no mercado. Neste artigo você vamos responder se realmente vale à pena investir em um curso de orçamento de obras.

É certo que todo tipo de conhecimento é válido e importante para a formação de um bom profissional, mas a decisão em fazer um curso exigirá do engenheiro um bom investimento financeiro e principalmente tempo.

Escolher o curso inadequado ou então iniciar um curso apenas por empolgação pode fazer com que o profissional se decepcione com o curso ou então não consiga tirar o melhor proveito do conteúdo que está sendo ministrado.

O desafio então é maior do que responder se vale à pena ou não participar de um curso de orçamento de obra, é definir qual a melhor opção dos diversos cursos que são encontrados no mercado e se você está preparado para o curso que escolheu.

Afinal, vale à pena fazer um curso de orçamento de obras?

É claro que vale à pena investir em um bom curso de orçamento, desde que você escolha bem o curso ideal para você. Ou seja, condizente com o seu conhecimento atual e também com sua disponibilidade de tempo. Veja a seguir dicas que são especiais para quem quer escolher um curso nesta área.

1 – Avalie o seu conhecimento sobre o assunto

O primeiro passo é avaliar seu conhecimento sobre o assunto. O que você sabe sobre orçamento e planejamento de obras?

Seja realista e entenda que você precisa escolher um curso compatível com o conhecimento que você já possui.

Por exemplo, caso seu conhecimento seja bem básico então você deve evitar cursos de aprimoramento muito específicos, pois é possível que você não aproveite todo o conteúdo que estará sendo ministrado. Você não terá conhecimentos básicos que dão suporte ao conteúdo específico ministrado no curso.

Também pode ocorrer o contrário. Caso você tenha um certo conhecimento na área é interessante que você evite cursos muito básicos, pois você terá que dedicar muito tempo e agregará pouco conhecimento e experiência.

O desafio então é reconhecer em que ponto vocês estão e também o que cada curso oferece. Conciliar estes dois critérios é fundamental para fazer qualquer curso de orçamento de obras realmente valer à pena.

2 – Encontre um curso que esteja de acordo com sua realidade

Outro ponto importante a ser avaliado é a sua disponibilidade. A sua disponibilidade de tempo e sua disponibilidade financeira.

É interessante encontrar um curso que se adeque à sua realidade. Cada pessoa possui uma rotina e as instituições de ensino tem se esforçado nos últimos anos para oferecer cursos mais flexíveis.

É possível encontrar cursos com aulas à noite, cursos aos fins de semana, cursos com uma aula por mês, ou então cursos online que não exigem a presença do aluno.

Ficar atento a este detalhe é fundamental para que você não perca as aulas ou então deixe de desenvolver as atividades que são exigidas pelo curso. Aproveitar todo conteúdo oferecido pelo curso é de suma importância para que ao final você tenha conhecimentos adequados para desempenhar seu papel.

3 – Esforce-se por conhecer as diversas disciplinas que envolvem uma obra

Como falado no início deste artigo o profissional que quer atuar na área de orçamento de obras precisa ter conhecimentos multidisciplinares.

É fundamental conhecer o dia a dia de uma obra e como são executados os diversos serviços. Afinal, construir uma estrutura de preço para algo que não se conhece é quase impossível, mesmo com o auxílio das inúmeras tabelas e softwares disponíveis no mercado.

Também é importante que este profissional tenha bons conhecimentos de leitura e interpretação de projetos de engenharia, pois todo orçamento é desenvolvido com base nos projetos.

Um profissional desta área poderá sempre ser desafiado por novos projetos, novas situações de obra e novas legislações. Ter interesse por diversas áreas da engenharia ajudará este profissional a desempenhar bem seu papel e ter sucesso na sua carreira.

4 – Não invista apenas na teoria, a prática é fundamental

Além do que já foi dito até aqui é necessário ressaltar que a teoria não é suficiente para preparar um profissional para o mercado. Ou seja, fazer um curso é muito bom, mas é essencial praticar o que está sendo estudado.

Por isso, o melhor a fazer é tentar encontrar um emprego nesta área, junto de profissionais experientes e capacitados. Assim, você poderá aliar o conhecimento adquirido no seu curso de orçamento de obras com a experiência do dia a dia.

Ter um bom profissional ao seu lado irá potencializar seu conhecimento, pois ele tem tudo para te mostrar detalhes que somente anos de vivência profissional podem proporcionar.

Entretanto, o que acontece com muitos profissionais é acreditar que ao finalizar o curso estão prontos para desempenhar esta função e acabam não encontrando as oportunidades que tanto desejam ou não desempenhando um bom papel profissional.

5 – Não pare de atualizar e aprimorar seu conhecimento

Por fim é válido dizer que apesar de todo conhecimento adquirido em um bom curso deve continuar sua formação profissional continuamente.

Ou seja, o aprimoramento profissional é importante independentemente do seu nível de atuação profissional. Sempre é possível aprender um pouco mais.

É importante estar atento às mudanças que acontecem na legislação brasileira, nas novas técnicas construtivas e materiais que podem surgir a todo instante, além dos softwares e ferramentas que podem transformar os rumos de qualquer profissão.

Estar antenado a tudo isso é fundamental para que você não pare no tempo e continue sendo um profissional capacitado e competitivo no mercado.

Finalizando

Como dito acima, é compensativo sim investir em um curso de orçamento de obras, desde que você escolha bem o curso que você pretende fazer e também esteja atento às outras exigências que esta área da engenharia possui.

Boa sorte para você nesta empreitada! Compartilhe este artigo com outros profissionais que também tem interesse em participar de bons cursos, mas ainda não se decidiram. (Engenharia Concreta.com)

 

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