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Conheça 5 projetos vencedores do Prêmio Pritzker no Brasil

Realizado anualmente desde 1979, o Prêmio Pritzker de Arquitetura é o reconhecimento mais prestigiado desse segmento. Os profissionais que o recebem são considerados autores de obras que combinam talento, visão e compromisso, além de contribuir significativamente com a humanidade e o urbanismo.

Dois arquitetos brasileiros já receberam o Pritzker: Oscar Niemeyer, em 1988, e Paulo Mendes da Rocha, em 2006. Mas, eles não são os únicos profissionais a terem projetos assinados no país. Outros contemplados pelo prêmio já deixaram sua marca em construções que merecem ser vistas. Conheça a seguir:

01) Cidade das Artes, de Christian de Portzamparc, no Rio de Janeiro (RJ)

Vencedor do Pritzker em 1994, o francês Christian de Portzamparc assina um dos mais belos monumentos arquitetônicos da capital fluminense. Inaugurado em 2013, o espaço de 87.403 m² de área construída segue os preceitos da arquitetura pós-moderna.

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02) Fundação Iberê Camargo, de Álvaro Siza Vieira, em Porto Alegre (RS)

Aberto ao público em 2008, o espaço cultural visa expor e promover a obra do artista plástico gaúcho Iberê Camargo (1914-1994). Porém, o que também chama atenção é o belíssimo edifício assinado pelo arquiteto português Álvaro Siza Vieira, que recebeu o Pritzker em 1992.

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03) Leblon Offices, de Richard Meier, no Rio de Janeiro (RJ)

O arquiteto norte-americano Richard Meier é um dos mais renomados de seu país, recebendo o Pritzker em 1984. Seu primeiro projeto na América do Sul, o Leblon Offices, data de 2016 e é um edifício comercial que valoriza a luz natural com muita transparência e aposta em linhas retas.

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04) Arena do Morro, de Herzog & de Meuron, em Natal (RN)

A dupla de arquitetos suíços Herzog & de Meuron, vencedores do Pritzker em 2001, reaproveitou um antigo ginásio numa comunidade de Natal e criou uma estrutura coberta e moderna, totalmente adaptada às altas temperaturas da cidade. O espaço foi aberto em 2014.

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05) Torre Rosewood, de Jean Nouvel, em São Paulo (SP)

Parte do complexo Cidade Matarazzo, a Torre Rosewood é um misto de hotel e residências com assinatura do francês Jean Nouvel, Pritzker em 2008. Com inauguração prevista para 2018, o edifício segue o estilo arquitetônico de Nouvel, que combina sustentabilidade, paisagismo e funcionalidade.

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(Blog do Arquiteto)

Práticos e ecológicos: conheça opções de pisos drenantes

Pisos drenantes são aqueles que facilitam a permeabilidade da água no solo. Hoje existem muitas opções no mercado, já que a ideia de tornar os solos das cidades cada vez mais permeáveis, evitando enchentes e alagamentos, se difundiu entre arquitetos, urbanistas e tambéimg_1_32_511m entre cidadãos comuns.

Aplicados em áreas externas como jardins, calçadas, ou garagens com esse intuito em geral, os pisos drenantes são antiderrapantes e não pedem mão-de-obra especializada, mas apenas um pouco de conhecimento para serem aplicados.

Confira algumas opções de piso drenante:

  • Os pisos feitos de compostos de concreto e fibras naturais (mais comuns) e que vêm em placas pré moldadas são bastante resistentes, além de tem um bom custo benefício. Absorvem até 90% da água sobre a sua superfície;
  • Também como opção ecológica, existem os pisos feitos de pneu reciclado, 100% permeáveis, e que podem ser utilizados em calçadas, cainhos, pistas de corrida, beiras de piscina e áreas de recreação infantil pela sua propriedade resiliente. Esse é um piso monolítico, sem rejunte ou emendas;
  • Por último, a opção já mais conhecida e antiga de pisos drenantes são as placas de Concregrama/Pisograma  cuja principal função é manter a permeabilidade da grama protegendo-a contra o esmagamento em áreas com tráfego de veículos, como garagens e caminhos. (Casos de Casa)
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Desperdício zero: conheça a cidade japonesa que reaproveita praticamente tudo

Kamikatsu, uma pequena cidade montanhosa localizada na ilha de Shikoku, tem chamado a atenção de especialistas e pessoas do mundo inteiro pela política de reciclagem. Muita gente quer se inspirar no local em busca de ideias para reaproveitar detritos de lixo, que já atinge mais de 70% – um número considerado impressionante.

Como Kamikatsu está chegando ao desperdício zero?

A campanha do desperdício zero nessa cidade japonesa começou em 2003 e, desde então, alcançou uma meta incrível. Atualmente, 77,2% dos detritos são reciclados. Comparado com os números totais do Japão (20,6%), tem mais de 50% de diferença.

Tudo começou quando muitas pessoas começaram a ficar doentes, com suspeita de envenenamento por dioxinas. A partir daí, os 1700 lixo-kamikatsu-blog-da-arquitetura-560x372moradores e empresas decidiram se unir para chegar a ‘pelo menos’ 80% até 2020, um número que tem tudo para ser possível caso o programa continue com a mesma eficácia.

Por meio da Estação Gomi, o único ponto de coleta de Kamikatsu – e operado pela Academia Lixo Zero, uma organização sem fins lucrativos – as pessoas levam o lixo de casa e separam diretamente no local, que possui compartimentos específicos e separados por categorias – e uma grande estrutura.

Dependendo da qualidade do material, pode render um bom dinheiro. Um quilo de latinhas de alumínio custa 155 ienes, cerca de 1,46 dólares. Além disso, cada casa possui um equipamento subsidiado pelas autoridades locais para eliminar resíduos orgânicos (restos de comida) e não há incineradores, o que não é reciclado é enviado para a cidade de Tokushima.

Diariamente, muitos turistas têm visitado Kamikatsu para se inspirar nessa ideia e tentar entender como um projeto de desperdício zero é tão eficiente. Segundo os responsáveis, é um esforço coletivo: governo, empresas, ONGs e população; tudo feito aos poucos (desde 1997 a ideia existe) e visando os limites de cada um. E a meta é chegar a 100% de reaproveitamento. É possível? Sim, por que não? Vamos acreditar! (Blog da Arquitetura)

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