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Após ano de retração, setor de material de construção investe estrategicamente para crescer em 2016

Definitivamente 2015 não foi um ano fácil para o país. Em meio à crise político-econômica, as principais altas observadas foram os juros, inflação, inadimplência e desemprego. Em contrapartida o crédito, o consumo, a renda e os investimentos estiveram em constante queda, e o Produto Interno Bruto nacional (PIB) reduziu 3,2% até o terceiro trimestre. Além do inevitável corte de gastos, esse cenário também exigiu de todos os empresários pés no chão, paciência, metas realistas e muita criatividade. O setor de material de construção, obrigado a se reinventar, traz exemplos positivos de empresas que seguraram as pontas e prometem investir para crescer em 2016.

Panorama
Os custos da indústria de materiais de construção subiram 10% no ano passado, enquanto os preços se reajustaram em apenas 6%. O resultado dessa balança foi a diminuição dos lucros. De acordo com levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção, (Abramat), o faturamento dos fabricantes de material de construção em 2015 retraiu 11,4% comparado ao ano anterior.

O segmento varejista seguiu o mesmo caminho. Segundo o presidente executivo da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Claudio Conz, a queda do volume de vendas no comércio foi de 4% entre janeiro e novembro de 2015. De acordo com o presidente da instituição, Claudio Conz, “O resultado está relacionado a crédito e desemprego. Frente a tudo o que temos visto, não foi tão grave”, disse em entrevista para a revista Anamaco.

Investimentos da indústria
Segundo Conz, a previsão de maior oferta de crédito e a expectativa de retomada no mercado da construção civil, abrem perspectiva de crescimento de 5% para o setor em 2016. Se esses fatores se confirmarem, os empresários que procuraram saídas para reverter os obstáculos em 2015 sairão na frente esse ano, atingindo os objetivos com mais facilidade. Em depoimento para a revista Anamaco, o diretor executivo comercial da Tigre, Luís Roberto Wenzel Ferreira, contou que a empresa investiu na aproximação com os revendedores, como apoio direto no ponto de venda, materiais de merchandising, promoções, capacitação e consultoria técnica. “Diante da situação econômica projetada, estabelecemos metas bastante realistas e um programa focado no mercado, com mais produtividade e qualidade na venda, o que contribuiu para que nossa meta seja atingida”, disse.

O investimento em novos produtos mais apropriados às necessidades pontuais dos consumidores também gerou bons resultados no ano passado. A Cimentolit, empresa especializada em Argamassas e rejuntamentos, lançou em 2015 a linha Cimentolit Mega. A nova argamassa, produzida em parceria com laboratórios dos Estados Unidos e Europa, é destinada às peças extrapesadas, a partir de 0,80 x 0,80m. “Os produtos vão muito além do que é oferecido hoje no mercado nacional, pois dão a possibilidade de se colocar porcelanatos de grandes formatos em paredes e fachadas, não limitando-se apenas ao chão.”, explica Bruno Badan, gerente comercial da marca.

“Adaptar-se para oferecer produtos segmentados é uma mudança benéfica para o mercado, pois exigirá uma evolução em diversos aspectos como a qualidade do reboco, o rejuntamento e o tratamento das peças de porcelanato depois do assentamento”, completa Badan. (Portal Novidade)

Dicas

63,1% dos empresários de materiais de construção veem cenário regular

Os empresários do setor de materiais de construção acreditam que as vendas devem mostrar comportamento regular no mês de março. Entre os entrevistados pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), 15,8% estimam bons resultados no mês, enquanto 63,1% disseram que o período deve ser regular e 15,8% assinalaram o mês como ruim. Outros 5,3% apontam março como muito ruim.

A leitura para o mês que vem é melhor que a avaliação de fevereiro, quando a observação “bom” contou com 5,3% dos entrevistados. O segundo mês do ano foi considerado regular por 57,9%, enquanto 26,3% definiram o período como ruim. Uma fatia de 10,5% disse que fevereiro foi muito ruim.

“De acordo com o indicado pelas empresas, há uma certa estabilização no conceito de vendas regulares para os próximos dois meses, e uma pequena melhora na pretensão de investimentos e da utilização da capacidade das fabricas”, afirmou o presidente da entidade, Walter Cover. “É um pouco cedo para falarmos em uma reversão da tendência negativa que predominou no ultimo ano, mas é possível que estamos vendo uma reação no mercado do varejo”, acrescentou.

Já no mercado imobiliário e nas obras de infraestrutura, a perspectiva continua negativa, esperando sinais para restaurar a confiança das famílias e dos empresários para voltar a investir. Se persistirem os números de estabilidade na próxima pesquisa, a Abramat já espera dizer que o mercado parou de cair e se prepara para uma transição em 2016 em um nível de atividade similar a 2007.

A Abramat informou também que, em fevereiro, nenhuma empresa tem boas expectativas quanto às ações do governo para o setor da construção civil nos próximos 12 meses. A avaliação de 73,7% dos entrevistados foi de pessimismo nesta questão – enquanto os outros 26,3% revelaram indiferença.

O resultado apresentou estabilidade do otimismo, que estava em zero desde novembro. Em igual mês do ano passado, a taxa estava em 11%. O histórico de pessimismo recuou frente aos 79% de janeiro, mas aumento antes os 50% em fevereiro do ano passado.

A sondagem da associação indicou também que, na média, 42% das indústrias de materiais pretendem investir nos próximos 12 meses. O resultado representou uma melhora em relação a janeiro, quando a intenção relatada era de 37%. Em igual mês do ano anterior, o indicador estava em 47%. (Conteúdo Estadão)

Dicas

3 dicas de segurança para quem trabalha na construção civil

A construção civil é dos ramos que mais emprega profissionais no Brasil. Grande parte das atividades desse segmento envolve a ação em canteiros de obras, no qual ficam presentes profissionais de diferentes áreas. A circulação de pessoas e a visitação das obras faz com que uma série de medidas de segurança sejam necessárias, pois são elas que resguardam os trabalhadores de incidentes de trabalho.

Por isso, toda a obra deve estar dentro das normas necessárias, certificando-se de que todas as medidas preventivas são seguidas. Confira abaixo algumas dicas para que todos os trabalhadores e envolvidos na construção fiquem em segurança no local.

Equipamentos

Fundamentais em qualquer obra, os equipamentos de proteção individual (EPIs) previnem danos físicos em caso de acidentes e evitam que os trabalhadores fiquem expostos a agentes que podem ser nocivos a sua saúde e bem-estar. Capacetes, botas, protetores auriculares e óculos de segurança estão entre os principais equipamentos. De acordo com a natureza da obra, porém, alguns outros acessórios se fazem necessários, como roupas especiais e máscaras.

Canteiro

Antes de iniciar a rotina de trabalho, é importante ter a certeza de que todos os equipamentos estão bem instalados e em bom estado. Checar andaimes, plataformas é fundamental, bem como conferir se eles possuem apoios e guarda-corpos. Também é fundamental que todas as aberturas na pavimentação ou no solo estejam devidamente sinalizadas e protegidas. Isso é imprescindível para que não haja quedas ou tropeços.

Da mesma forma, manchas de óleo, graxa ou locais em contato com água devem estar indicados, para que todos os trabalhadores possam caminhar em segurança. Confira também o tamanho dos locais de passagem e certifique-se de que eles são suficientes para a locomoção de trabalhadores e equipamentos.

Procedimentos

Na hora de realizar trabalhos específicos, todos os equipamentos necessários devem ser checados e ter funcionamento adequado. Além de ter uma instalação elétrica segura, os aparelhos devem ser compatíveis com a voltagem e não ultrapassar a potência máxima da rede que serve à obra. Na hora da concretagem, por exemplo, é preciso ter a certeza de que a betoneira está devidamente isolada e que o seu modelo é adequado para a rede elétrica.

Quando for preciso escavar ou entrar em valas, é fundamental garantir que a superfície está isolada e com os apoios necessários. Mesmo que o terreno não tenha riscos aparentes de desmoronamento, é importante certificar-se de que todas as medidas preventivas são cumpridas. Também não se pode entrar em locais como esses sem estar com as cordas de segurança e com os cabos que atam os trabalhadores à superfície, permitindo que eles possam ser puxados em caso de emergência. (Expresso MT)

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