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Obras ou reformas demandam atenção redobrada durante a época de chuvas

Período das águas não é o mais indicado para mexer com reparos em casa. Especialistas orientam como lidar com algumas situações

O período chuvoso já começou e com ele alguns cuidados devem ser tomados na hora de fazer obras ou reformas. Seja por demora na secagem dos materiais ou simplesmente pela dificuldade de se trabalhar com material de construção debaixo de chuva, é necessário tomar alguns cuidados para que a obra não se transforme em dor de cabeça sem solução. Segundo o engenheiro civil e supervisor de obras da Geraes Construtora José Maurício Maia de Menezes, mesmo alguns procedimentos internos merecem atenção devido à umidade, como a troca ou assentamento do piso. “A massa demora mais para secar, por isso o ideal é usar argamassa colante industrializada, composta por cimento, areia e aditivos que retêm água e promovem melhor aderência. Quando misturada com água, ela forma uma massa viscosa, plástica e adesiva, empregada no assentamento de placas cerâmicas de revestimento”, explica.

Para bater a laje é necessário cobri-la com lona depois dos trabalhos porque a água em excesso vai alterar o fator/cimento, que é o equilíbrio das quantidades exatas desses dois materiais. Uma chuva fina pode até auxiliar nesse processo, uma vez que a laje terminada precisa ser umidificada para melhorar a resistência do concreto, mas nada de chuva forte. “O concreto não pode receber água demais porque senão atrapalha o serviço”, afirma José Maurício.

Outras ações como pintura e obras em tubulações também merecem atenção. No primeiro caso pelo mesmo motivo da demora na secagem, mas nada que impeça o processo, desde que seja realizado internamente. Do lado externo fica impossível porque quando a superfície é pintada ela é selada e a água fica retida na parede. Como a umidade não consegue sair, ela evapora e estoura a pintura. “Para passar tinta do lado de fora a parede tem que estar totalmente seca”, afirma o especialista. No segundo caso, ao manusear tubulações de água pluvial, se não conseguir fazer a religação antes de a chuva começar a água pode cair dentro de casa.

Um problema que muitos moradores enfrentam no período chuvoso é o das infiltrações. Para evitá-las, o proprietário deve verificar a limpeza de calhas e dutos, bem como o estado das telhas e do telhado. Para consertar infiltrações na laje não é indicada a impermeabilização com manta asfáltica debaixo de chuva, mas sim com manta líquida, que demanda menos tempo de aplicação. “Para aplicar a (manta) asfáltica a base tem que estar 100% seca. Já o segundo tipo, além de ter uma aplicação mais rápida, pode ser colocada com um pouco de umidade. Ela tem uma grande elasticidade, garantindo a impermeabilidade da laje”, pontua José Maurício. Mas ele destaca que o ideal é fazer a manutenção no decorrer do ano para evitar a ocorrência de infiltrações.

O engenheiro destaca também que os trabalhadores da construção civil precisam redobrar os cuidados no período chuvoso para evitar acidentes. “Deve-se evitar trabalho com vergalhão de aço por causa de descargas elétricas e também trabalhos em altura devido a raios. Além disso, estruturas ou andaimes molhados aumentam o risco de queda”, lembra.

A engenheira civil Márcia de Rezende Costa está à frente da reforma de um apartamento e da construção de uma casa. No primeiro caso, as obras são de modificação interna, que incluem ampliação de espaço e troca das partes hidráulica e elétrica. As modificações têm sido realizadas normalmente, mas o cuidado maior é com o assentamento do piso. Em relação à troca hidráulica e elétrica, o reparo está atrasado porque não para de chover. Segundo ela, o reboco leva mais tempo para ficar completamente seco quando está chovendo. “O que gastaria em média dois dias pode chegar a quatro ou cinco. Mas para realizar o procedimento do lado externo o ideal é esperar a estiagem. Se acabou de assentar a massa e começar a chover, o reboco vai cair porque a massa não adere ao tijolo umedecido e escorre”, diz.

Fonte: Lugar Certo

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5 dicas para não perder material na construção

Escolher o terreno, projetar a casa e planejar a obra são os três primeiros passos de quem vai construir um imóvel.
Mas existem outros detalhes que devem ser levados em conta na hora de levantar a obra. E um deles é como guardar o material de construção.
Isso mesmo! Você sabia que, guardando o material da melhor forma, dá para evitar desperdícios e economizar? Confira!
As dicas para não perder material de construção:

1. Compre o material apenas quando a planta estiver concluída e a obra for começar. Se você comprar antes e mudar o projeto, irá perder material.

2. Deixe o cimento na embalagem original, estocando em pilhas de no máximo 10 sacos. Quanto mais alta for a pilha, maior a pressão sobre os primeiros sacos, endurecendo o cimento.

3. Guarde os sacos de cimento em locais secos e fechados, para evitar que empedrem com umidade ou chuva. Se tiver algum estrado de madeira, use de suporte.

4. Coloque os sacos de areia e um lugar plano e cubra com plástico ou lona. Assim o produto não vai escorrer quando chover.

5. Deixe os tijolos próximos de onde serão utilizados. Assim você não terá que levar para muito longe, já que o transporte pode quebrar as laterais e desperdiçar material.

E não se esqueça de conferir todo o material quando recebê-lo, ok? Assim, se tiver algum problema, poderá devolver antes de usar.

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Veja quais são os 5 problemas mais comuns na reforma

Falta de planejamento e supervisão da obra podem fazer com que as alterações na casa demorem mais tempo do que é preciso. Saiba como prevenir erros

Reformar a casa realmente pode dar trabalho. Entulhos, paredes quebradas e poeira fazem dos dias de obra um caos, mas, quando ela é bem planejada, o resultado final é muito satisfatório.

As semanas de bagunça dentro do imóvel valem à pena quando a reforma é bem estruturada. Contar com a supervisão de um profissional como arquiteto ou engenheiro pode fazer a diferença nas obras.

Às vezes, comprar um material de construção só pelo fato de ele ser mais barato pode causar, na verdade, um prejuízo. Com a ajuda da arquiteta Anna Novaes, selecionamos cinco problemas comuns em uma reforma. Confira:

1) Falta de planejamento – De acordo com a arquiteta, este é o principal problema em uma reforma, já que a falta de planejamento acaba gerando consequências que podem ser graves.

Para não haver surpresas durante a obra, o projeto, orçamento e cronograma devem ser estabelecidos previamente, segundo Anna.

“Quando não há planejamento, a reforma começa sem o morador ter ideia de quando ela vai acabar e aí a obra não termina nunca”, diz a arquiteta.
Ao fazer uma reforma, é preciso um planejamento financeiro, além de organizar uma lista dos materiais que deverão ser adquiridos.

2) Ausência de profissionais – “Um dos erros mais comuns é reformar a própria residência sem contratar um profissional do segmento”, alerta a arquiteta.
O auxílio de um especialista como arquiteto ou engenheiro, de acordo com Anna, pode ajudar a prever determinados problemas que podem ocorrer no meio do caminho.

Quando se começa a quebrar as paredes, é possível que surjam imprevistos, como o aparecimento de uma coluna. “Em imóveis antigos, nem sempre elas estão identificadas na planta”, lembra a profissional.

Anna ressalta que, com a presença de profissionais especializados, a equipe consegue dar prontamente uma solução quando um problema como este acontece.
Com a ajuda de um profissional, evita-se o desperdício. “O especialista calcula quanto material a obra irá utilizar, portanto o morador não precisa comprar artigos desnecessários”, afirma Anna. O especialista consegue também avaliar qual é a ordem dos procedimentos da obra.

3) Compra de materiais – “A oferta de materiais de construção é grande no mercado e a falta de conhecimento técnico pode fazer o idealizador da obra comprar gato por lebre”, ressalta a arquiteta.

De acordo com a profissional, algumas pessoas optam por materiais mais barato pensando que estão economizando, ou então compram o mais caro por achar que o preço denuncia uma melhor qualidade. Tanto um quanto o outro podem deixar o comprador no prejuízo. “Realizar a compra se baseando somente no valor não é adequado”, reforça Anna.

A especialista lembra que nem sempre o que tem o preço mais alto é o mais apropriado para a reforma. “Pedras brancas são caras, mas não são indicadas para a pia da cozinha, já que elas podem ficar encardidas”, exemplifica.

4) Referências – Mesmo quem não tem condições financeiras de contratar um arquiteto ou engenheiro não deve se esquecer de medir o espaço disponível da residência.

“É preciso tirar referência de algo que já existe para minimizar as chances de erros”, diz Anna.

A dica da profissional é que a pessoa vá a um lugar com um banheiro parecido com o de sua casa para medir a profundidade e altura da pia, por exemplo. A distância da porta dos armários também deve ser avaliada para que não atrapalhe a passagem.

“É comum as pessoas irem à lojas gigantescas de móveis e escolherem um sofá que fica bom no estabelecimento, mas que não se encaixa no espaço disponível da residência”, afirma a arquiteta.

5) Entulho – Um dos problemas de não deixar ninguém de confiança supervisionando uma obra é a sujeira que os trabalhadores podem deixar no local.
“Em condomínios, se a pessoa que está providenciando a reforma ainda não mora no local e não checa se os empreiteiros deixaram o ambiente limpo, pode ser surpreendida por uma multa pela desordem”, lembra Anna. (Zap Imóveis)

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